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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Deuteronômio 1:11|
Ma Ihowa, ma te Atua o o koutou matua, e tapiri ano a muri i a koutou ki nga mano tini atu i a koutou e noho nei, mana koutou e manaaki, e pera ano me tana i korero ai ki a koutou!
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12
|Deuteronômio 1:12|
Me pehea e taea ai e ahau anake ta koutou whakararu, to koutou whakataimaha, me ta koutou ngangau?
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13
|Deuteronômio 1:13|
Whakaritea mai e koutou etahi tangata tupato, whai whakaaro, e mohiotia ana e o koutou iwi, a maku ratou e mea hei upoko mo koutou.
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14
|Deuteronômio 1:14|
Na ka utu koutou ki ahau, ka mea, He mea pai tau e ki mai na kia meatia.
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15
|Deuteronômio 1:15|
Na ka tango ahau i nga upoko o o koutou iwi, i nga mea whakaaro, e mohiotia ana, a meatia iho ratou e ahau hei upoko mo koutou, hei rangatira mo nga mano, hei rangatira mo nga rau, hei rangatira mo nga rima tekau, hei rangatira mo nga tekau, hei kaiwhakahauhau hoki mo o koutou iwi.
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16
|Deuteronômio 1:16|
I ki ano ahau i taua wa ki o koutou kaiwhakawa, i mea, Whakarangona nga kupu a o koutou teina, a tetahi, a tetahi, kia tika te whakawa mo te tangata, mo tona teina, mo te tangata ke hoki e noho ana i a ia.
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17
|Deuteronômio 1:17|
Kei whakaaro ki te kanohi ina whakawa, kia rite ta koutou whakarongo ki te iti, ki te rahi; kei wehi koutou i te kanohi tangata; no te mea na te Atua te whakawa; a, ko te mea e ngaro ana i a koutou, ka kawe mai ki ahau, a maku e whakarongo.
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18
|Deuteronômio 1:18|
A whakahaua ana e ahau i reira nga mea katoa e mahi ai koutou.
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19
|Deuteronômio 1:19|
¶ A ka turia mai e tatou i Horepa, na haerea katoatia ana e tatou taua koraha nui, e wehingia ana, i kite ra koutou i te ara o te whenua maunga o nga Amori; i pera me ta Ihowa, me ta to tatou Atua, i ako mai ai ki a tatou; na ka tae atu ki Karehep arenea.
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20
|Deuteronômio 1:20|
Na ka mea ahau ki a koutou, Kua tae mai nei koutou ki te whenua maunga o nga Amori, ka homai nei e Ihowa, e to tatou Atua, ki a tatou.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva