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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Deuteronômio 1:11|
Ma Ihowa, ma te Atua o o koutou matua, e tapiri ano a muri i a koutou ki nga mano tini atu i a koutou e noho nei, mana koutou e manaaki, e pera ano me tana i korero ai ki a koutou!
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12
|Deuteronômio 1:12|
Me pehea e taea ai e ahau anake ta koutou whakararu, to koutou whakataimaha, me ta koutou ngangau?
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13
|Deuteronômio 1:13|
Whakaritea mai e koutou etahi tangata tupato, whai whakaaro, e mohiotia ana e o koutou iwi, a maku ratou e mea hei upoko mo koutou.
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14
|Deuteronômio 1:14|
Na ka utu koutou ki ahau, ka mea, He mea pai tau e ki mai na kia meatia.
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15
|Deuteronômio 1:15|
Na ka tango ahau i nga upoko o o koutou iwi, i nga mea whakaaro, e mohiotia ana, a meatia iho ratou e ahau hei upoko mo koutou, hei rangatira mo nga mano, hei rangatira mo nga rau, hei rangatira mo nga rima tekau, hei rangatira mo nga tekau, hei kaiwhakahauhau hoki mo o koutou iwi.
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16
|Deuteronômio 1:16|
I ki ano ahau i taua wa ki o koutou kaiwhakawa, i mea, Whakarangona nga kupu a o koutou teina, a tetahi, a tetahi, kia tika te whakawa mo te tangata, mo tona teina, mo te tangata ke hoki e noho ana i a ia.
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17
|Deuteronômio 1:17|
Kei whakaaro ki te kanohi ina whakawa, kia rite ta koutou whakarongo ki te iti, ki te rahi; kei wehi koutou i te kanohi tangata; no te mea na te Atua te whakawa; a, ko te mea e ngaro ana i a koutou, ka kawe mai ki ahau, a maku e whakarongo.
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18
|Deuteronômio 1:18|
A whakahaua ana e ahau i reira nga mea katoa e mahi ai koutou.
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19
|Deuteronômio 1:19|
¶ A ka turia mai e tatou i Horepa, na haerea katoatia ana e tatou taua koraha nui, e wehingia ana, i kite ra koutou i te ara o te whenua maunga o nga Amori; i pera me ta Ihowa, me ta to tatou Atua, i ako mai ai ki a tatou; na ka tae atu ki Karehep arenea.
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20
|Deuteronômio 1:20|
Na ka mea ahau ki a koutou, Kua tae mai nei koutou ki te whenua maunga o nga Amori, ka homai nei e Ihowa, e to tatou Atua, ki a tatou.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva