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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Êxodo 15:1|
¶ Katahi ka waiata a Mohi ratou ko nga tama a Iharaira i tenei waiata ki a Ihowa, a ka whakahua, ka mea, Ka waiata ahau ki a Ihowa, he hira noa atu hoki tona kororia: ko te hoiho raua ko tona kaieke, kua panga e ia ki te moana.
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2
|Êxodo 15:2|
Ko Ihowa toku kaha, taku waiata, ko ia ano hoki hei whakaora moku: ko toku Atua tenei, a maku ia e whakakororia; ko te Atua o toku papa, a maku ia e whakanui.
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3
|Êxodo 15:3|
He tangata whawhai a ihowa: ko Ihowa tona ingoa.
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4
|Êxodo 15:4|
Ko nga hariata a Parao, me tana ope, kua maka e ia ki te moana: ko ana rangatira whiriwhiri toremi iho ki te Moana Whero.
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5
|Êxodo 15:5|
Taupokina iho ratou e nga wai hohonu; totohu ana ratou ki te rire, ano he kamaka.
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6
|Êxodo 15:6|
Ka whai kororia tou ringa matau, e Ihowa, mo te kaha: na tou ringa, e Ihowa i mongamonga ai te hoa whawhai.
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7
|Êxodo 15:7|
Na te nui o tou kaha ka turakina e koe te hunga i whakatika mai ra ki a koe: te whakaputanga o tou riri, pau katoa ratou, me he tumutumu otaota.
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8
|Êxodo 15:8|
Na te hau hoki o tou ihu i haupu ai nga wai; i tu ake nga roma, ano he puranga, a whakatotoka ana te rire i te takere o te moana.
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9
|Êxodo 15:9|
I mea te hoariri, Ka whai atu ahau, ka hopu, ka tuwha i nga taonga; ka na toku ngakau i a ratou; ka unuhia taku hoari, ma toku ringa ratou e huna.
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10
|Êxodo 15:10|
I pupuhi atu koe ki tau hau, taupokina iho ratou e te moana; totohu iho ratou, ano he mata, i nga wai nui.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva