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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Êxodo 16:21|
A kohikohia ana taua mea e ratou i tenei ata, i tenei ata, rite tonu ki ta tenei tangata, ki ta tenei tangata, e kai ai; a ka mahana te ra, na, kua rewa.
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22
|Êxodo 16:22|
¶ A i te ono o nga ra ka takiruatia te taro i kohikohia e ratou e rua hoki nga omere ma te tangata kotahi; a ka haere mai nga rangatira katoa o te huihui, ka korero ki a Mohi.
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23
|Êxodo 16:23|
Na ka mea ia ki a ratou, Ko ia tenei ta Ihowa i korero ra, Ko apopo te okiokinga o te hapati tapu o Ihowa: tunua ta koutou e tunu ai, kohuatia hoki ta koutou e kohua ai; a, ko te toenga, waiho ma koutou, rongoatia mo te ata.
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24
|Êxodo 16:24|
A rongoatia atu ana e ratou mo te ata, i pera ano me ta Mohi i ki ai; kihai hoki i piro, kahore hoki i whai kutukutu.
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25
|Êxodo 16:25|
Na ka mea a Mohi, Kainga tena i tenei ra; he hapati hoki tenei ra na Ihowa: e kore tena mea e kite e koutou ki te parae i tenei ra.
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26
|Êxodo 16:26|
E ono nga ra e kohikohi ai koutou i tena mea; a i te whitu o nga ra ko te hapati, ko reira kore ai.
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27
|Êxodo 16:27|
A i te whitu o nga ra ka haere atu etahi o te iwi ki te kohikohi, a kihai i kitea.
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28
|Êxodo 16:28|
Na ka mea a Ihowa ki a Mohi, Kia pehea te roa o koutou e kore nei e pupuri i aku whakahau, i aku ture?
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29
|Êxodo 16:29|
Titiro, no te mea kua hoatu e Ihowa te hapati ki a koutou, koia i hoatu ai e ia i te ra ono he taro mo nga rangi e rua; e noho koutou e tera, e tera, ki tona wahi ano; kaua tetahi e haere atu i tona nohoanga i te ra whitu.
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30
|Êxodo 16:30|
Na ka noho te iwi i te ra whitu.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva