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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Êxodo 21:31|
Ki te mea he tama, he kotiro ranei i werohia e ia, kia rite ano ki tenei tikanga te meatanga ki a ia.
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32
|Êxodo 21:32|
Ki te wero te kau i tetahi pononga tane, i tetahi pononga wahine ranei; kia toru tekau nga hekere hiriwa e homai ki to raua ariki, me aki hoki te kau ki te kohatu.
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33
|Êxodo 21:33|
Ki te whakatuwhera hoki te tangata i tetahi poka, ki te keria ranei e te tangata tetahi poka, a e kore e hipokina e ia, a ka taka he kau, he kaihe ranei ki roto;
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34
|Êxodo 21:34|
Me utu e te tangata nana te poka, me homai he moni e ia ki to raua ariki; a mana te mea mate.
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|Êxodo 21:35|
Ki te tukia te kau a tetahi tangata e te kau e tetahi, a ka mate; na, me hoko e raua te kau ora, ka wehe ai i ona tutu; me wehe ano hoki e raua te mea kua mate.
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|Êxodo 21:36|
Otiia ki te mea i mohiotia he kau wero ia no mua, a kahore i tiakina e tona ariki, me utu e ia te kau ki te kau; a mana te mea mate.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva