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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Êxodo 2:9|
A ka mea te tamahine a Parao ki a ia, Tangohia te tamaiti nei, whakangotea maku, a maku e hoatu he utu ki a koe. Na tango ana te wahine i te tamaiti, a whakangotea ana e ia.
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|Êxodo 2:10|
A, ka nui te tamaiti, ka kawea e ia ki te tamahine a Parao, a ka waiho ia hei tama mana. A huaina iho e ia tona ingoa ko Mohi: i mea hoki, No te mea i toia ake ia e ahau i roto i te wai.
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|Êxodo 2:11|
¶ A i aua ra, ka kaumatuatia a Mohi, na ka haere ki ona tuakana, ka titiro hoki ki a ratou kawenga: a ka kite ia i tetahi Ihipiana e patu ana i tetahi Hiperu, no ona tuakana.
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|Êxodo 2:12|
Na ka tahurihuri ia, a ka kite kahore he tangata, patua iho te Ihipiana, a huna iho ki te onepu.
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13
|Êxodo 2:13|
A ka haere ia i te rua o nga ra, na, tokorua nga tangata o nga Hiperu e whawhai ana ki a raua: a ka mea atu ia ki te tangata nana te kino, He aha koe i patu ai i tou hoa?
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|Êxodo 2:14|
Na ka mea tera, Na wai koe i ki hei rangatira, hei kaiwhakawa mo matou? E mea ana koe ki te patu i ahau me koe i patu ra i te Ihipiana? A ka wehi a Mohi, ka mea, Koia hoki, kua rangona tenei mea.
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|Êxodo 2:15|
A ka rongo a Parao i taua mea, na ka whai kia patua a Mohi. Otiia i rere a Mohi i te aroaro o Parao, a noho ana i te whenua o Miriana: na kua noho ia ki te puna.
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|Êxodo 2:16|
¶ Na, tokowhitu nga tamahine a te tohunga o Miriana: a ka haere ratou, ka utuutu wai, ka whakaki i nga waka, hei whakainu i nga hipi a to ratou papa.
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17
|Êxodo 2:17|
A ko te haerenga o nga hepara, kei te atiati i a ratou: a ka whakatika a Mohi ka araarai i a ratou, ka whakainu i a ratou hipi.
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18
|Êxodo 2:18|
A ka tae ratou ki a Reuere, ki to ratou papa, ka mea ia, Na te aha koutou i hohoro mai ai inaianei?
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva