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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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41
|João 12:41|
I korerotia enei mea e Ihaia, i te wa i kite ai ia i tona kororia, i puaki ai hoki tana kupu mona.
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42
|João 12:42|
¶ He ahakoa ra he tokomaha ano nga rangatira i whakapono ki a ia; otira kihai i whakaae ki a ia, he whakaaro hoki ki nga parihi, kei peia ratou ki waho o te whare karakia:
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43
|João 12:43|
Rawe ake hoki ki a ratou ta te tangata kororia i ta te Atua.
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44
|João 12:44|
¶ Na ka karanga a Ihu, ka mea, Ki te whakapono tetahi ki ahau, ehara ahau i tana i whakapono mai ai, engari ko toku kaitono mai.
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45
|João 12:45|
Ko ia e kite ana i ahau, e kite ana hoki i toku kaitono mai.
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46
|João 12:46|
Kua tae mai nei ahau hei whakamarama mo te ao, kei noho i te pouri tetahi e whakapono ana ki ahau.
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47
|João 12:47|
Na, ki te rongo tetahi ki aku kupu, ki te kore hoki e puritia e ia, e kore ahau e whakahe i a ia: kihai hoki ahau i haere mai ki te whakahe i te ao, engari ki te whakaora i te ao.
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48
|João 12:48|
Ko ia e whakakahore ana ki ahau, e kore hoki e tango ki aku kupu, tena ano te kaiwhakahe mona; ko te kupu i korerotia e ahau, ko tena hei whakahe mona a te ra whakamutunga.
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49
|João 12:49|
No te mea ehara i ahau ake aku korero; engari na te Matua i tonoa mai ai ahau, nana i tuku mai te ture ki ahau, mo taku e korero ai, mo taku e ki ai.
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50
|João 12:50|
A e matau ana ahau he ora tonu tana ture: na ko aku e korero nei rite tonu ki ta te Matua i mea mai ai ki ahau taku korero.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva