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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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35
|João 9:35|
¶ I rongo a Ihu kua oti ia te pei e ratou ki waho; a, i tona kitenga i a ia, ka mea ki a ia, E whakapono ana ranei koe ki te Tama a te Atua?
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36
|João 9:36|
Ka whakahoki ia, ka mea, Ko wai ia, e te Ariki, kia whakapono ai ahau ki a ia?
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37
|João 9:37|
Ka mea a Ihu ki a ia, Kua kite koe i a ia, ko ia hoki tenei e korero nei ki a koe.
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38
|João 9:38|
Na ko tana meatanga, E te Ariki, e whakapono ana ahau. Na koropiko ana ia ki a ia.
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39
|João 9:39|
¶ Katahi a Ihu ka mea, I haere mai ahau ki tenei ao ki te whakarite whakawa, he mea e kite ai te hunga kahore nei i kite; e whakamatapotia ai hoki te hunga e kite ana.
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40
|João 9:40|
A, ka rangona enei mea e etahi o nga Parihi e tu tahi ana me ia, ka mea ratou ki a ia, E matapo ana ano ranei matou?
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41
|João 9:41|
Ka mea a Ihu ki a ratou, Me i matapo koutou, kahore o koutou hara: tena ka mea na koutou, E kite ana matou; na e mau na to koutou hara.
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1
|João 10:1|
¶ He pono, he pono taku e mea nei ki a koutou, Ki te kahore tetahi e tomo ra te kuwaha ki te kainga hipi, ki te piki ke, he tahae ia, he tangata pahua.
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2
|João 10:2|
Tena ko te tangata e tomo ana ra te kuwaha, ko te hepara ia o nga hipi.
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3
|João 10:3|
Ka uaki te kaitiaki tatau ki a ia; ka rongo ano nga hipi ki tona reo: na ka karangatia e ia ana hipi ake, to tenei ingoa, to tenei ingoa, ka arahina ki waho.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva