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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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15
|João 12:15|
Kaua e mataku, e te tamahine a Hiona: na, kei te haere mai tou Kingi, e noho ana i runga i te kuao kaihe.
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16
|João 12:16|
Otiia kihai ana akonga i matau wawe ki enei mea: engari ka oti a Ihu te whakakororia, katahi ratou ka mahara kua tuhituhia enei mea mona, kua meinga ano enei mea ki a ia.
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17
|João 12:17|
I whakaae ano te hunga i tona taha i tana karangatanga i a Raharuhi i roto i te urupa, i tana whakaarahanga hoki i a ia i te hunga mate.
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18
|João 12:18|
Na konei hoki te mano i whakatau ai i a ia, i rongo hoki ratou, kua meinga tenei merekara e ia.
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19
|João 12:19|
Na ka mea nga Parihi ki a ratou ano, Ka kite ranei koutou kahore a koutou wahi? na kua riro te ao ki te whai i a ia.
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20
|João 12:20|
¶ Na he Kariki etahi o te hunga i haere ki te hakari ki te karakia:
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21
|João 12:21|
A haere ana enei ki a Piripi o Petahaira o Kariri, korero ana ki a ia, mea atu ana, E kara, e hiahia ana matou kia kite i a Ihu.
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22
|João 12:22|
Haere ana a Piripi, ka korero ki a Anaru: ka haere a Anaru, a Piripi, ka korero ki a Ihu.
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23
|João 12:23|
Ka ki a Ihu ki a raua, ka mea, Kua tae mai te haora e whakakororiatia ai te Tama a te tangata.
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24
|João 12:24|
He pono, he pono taku e mea nei ki a koutou, Ki te kore tetahi pata witi e marere ki te oneone, e pirau, ka takoto ko ia anake: tena ki te pirau, he nui ona hua.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva