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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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16
|João 17:16|
Ehara ratou i te ao, me ahau hoki ehara i te ao.
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17
|João 17:17|
¶ Whakatapua ratou e koe i runga i tou pono: ko tau kupu te pono.
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18
|João 17:18|
Nau ahau i tono mai ki te ao, he pena ano taku tono i a ratou ki te ao.
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19
|João 17:19|
He whakaaro hoki ki a ratou i whakatapu ai ahau i ahau, kia tapu ai hoki ratou i te pono.
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20
|João 17:20|
¶ Ehara taku i te inoi mo enei anake, engari mo te hunga e meinga e ta ratou kupu kia whakapono ki ahau:
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21
|João 17:21|
Kia kotahi ai ratou katoa; me koe hoki, e pa, i roto i ahau, me ahau ano i roto i a koe, kia kotahi ai hoki ratou i roto i a taua: kia whakapono ai te ao, nau ahau i tono mai.
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22
|João 17:22|
Kua hoatu ano e ahau ki a ratou te kororia i homai e koe ki ahau; kia kotahi ai ratou, me taua nei hoki he kotahi.
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23
|João 17:23|
Ko ahau i roto i a ratou, ko koe hoki i roto i ahau, kia tino tutuki ai ratou ki te kotahitanga: kia mohio ai ano te ao, nau ahau i tono mai, he rite hoki tou aroha ki a ratou ki tou aroha ki ahau.
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24
|João 17:24|
¶ E Pa, e mea ana ahau kia noho tahi ki ahau, ki te wahi e noho ai ahau, au i homai ai ki ahau; kia kite ai ratou i toku kororia kua homai nei e koe ki ahau: no mua atu hoki i te hanganga o te ao tou aroha ki ahau.
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25
|João 17:25|
E te Matua tika, ahakoa te ao te mohio ki a koe, e mohio ana ahau ki a koe, a kua mohio ano enei, nau ahau i tono mai.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva