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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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30
|João 19:30|
A, no te inumanga o Ihu i te winika, ka me ia, Kua oti: na ka tuohu tona matenga, tukua ana tona wairua.
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31
|João 19:31|
¶ Na i mea nga Hurai kia kaua e mau nga tinana ki te ripeka i te hapati, ko te Takanga hoki tera, he ra nui hoki taua hapati, ka mea ratou ki a Pirato kia whatiia o ratou waewae, kia tangohia atu hoki.
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32
|João 19:32|
Na ka haere nga hoia, ka whawhati i nga waewae o to mua, me o tera i ripekatia ngatahitia me ia.
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33
|João 19:33|
I to ratou taenga ia ki a Ihu, ka kite kua mate noa ake ia, kihai i whatiia e ratou ona waewae:
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34
|João 19:34|
Engari i werohia tona kaokao e tetahi o nga hoia ki te matia, a puta tonu he toto, he wai.
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35
|João 19:35|
A ko te tangata i kite, ko ia ano te kaiwhakaatu, a he pono tana whakaatu: e mohio ana ia he korero pono tana, he mea ra kia whakapono ai koutou.
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36
|João 19:36|
I meatia hoki enei mea, kia rite ai te karaipiture, E kore tetahi iwi ona e whatiia.
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37
|João 19:37|
E mea ana ano tetahi atu karaipiture, ka titiro ratou ki ta ratou i wero ai.
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38
|João 19:38|
¶ Muri iho i enei mea, ka inoi a Hohepa o Arimatia ki a Pirato kia tangohia e ia te tinana o Ihu: he akonga ia na Ihu, otiia he mea huna i te wehi ki nga Hurai: a whakaae ana a Pirato. No ka haere ia, ka tango i te tinana o Ihu.
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39
|João 19:39|
I haere mai ano a Nikorima, tera i haere ra i mua ki a Ihu i te po, me te mau mai ano i te maira, i te aroe, he mea whakananu, kia kotahi pea rau pauna.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva