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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Lucas 11:21|
Ki te tiakina e te tangata kaha, he patu nei ana, tona whare, ka ata takoto ana taonga:
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22
|Lucas 11:22|
Ki te puta mai ia te mea e kaha atu ana i a ia, a ka hinga tera, na ka tangohia ana patu i whakamanawa ai ia, ka tuwhatuwhaia ona taonga.
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23
|Lucas 11:23|
Ko te tangata ehara i te hoa noku, he hoariri ia ki ahau: ko te tangata kahore e kohikohi tahi maua, e titaritari ana.
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24
|Lucas 11:24|
Ka puta te wairua poke i roto i te tangata, ka haereere ia ra nga wahi waikore rapu okiokinga ai; a, kahore e kitea, ka mea ia, Ka hoki ahau ki toku whare i puta mai ai ahau.
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25
|Lucas 11:25|
A, no te taenga atu, rokohanga atu kua oti te tahitahi, te whakapaipai.
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26
|Lucas 11:26|
Na ka haere ia, ka tango i etahi atu wairua tokowhitu, he kino atu i a ia; a ka tomo atu, ka noho i reira: a kino atu i te timatanga te whakamutunga o taua tangata.
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27
|Lucas 11:27|
¶ A i ia e korero ana i enei mea, ka karanga ake tetahi wahine i roto i te mano, ka mea ki a ia, Koa tonu te kopu i kawea ai koe, me nga u i ngotea e koe.
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28
|Lucas 11:28|
Ano ra hoki ko ia, Engari ra, tino koa te hunga e whakarongo ana ki te kupu a te Atua, a e mahi ana.
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29
|Lucas 11:29|
¶ A, no ka rupeke te mano, ka anga ia ka korero, He whakatupuranga kino tenei: e rapu ana ki tetahi tohu; a e kore tetahi tohu e hoatu, ko te tohu anake o Hona poropiti.
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30
|Lucas 11:30|
I waiho nei hoki a Hona hei tohu ki nga tangata o Ninewe, ka pera ano te Tama a te tangata ki tenei whakatupuranga.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva