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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Lucas 11:31|
Ka whakatika ngatahi te kuini o te tonga i te whakawakanga me nga tangata o tenei whakatupuranga, ka whakatau i te he ki a ratou; i haere hoki ia i nga pito o te whenua ki te whakarongo ki te whakaaro nui o Horomona; a tenei tetahi he nui ke atu i a Horomona.
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32
|Lucas 11:32|
Ka whakatika ngatahi nga tangata o Ninewe i te whakawakanga me tenei whakatupuranga, ka whakatau i te he ki a ratou: i ripeneta hoki ratou i te kauwhautanga a Hona; a tenei tetahi he nui ke atu i a Hona.
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33
|Lucas 11:33|
Ka tahuna te rama, e kore e waiho e te tangata ki te wahi ngaro, ki raro ranei i te puhera, engari ki runga ki te turanga, kia kitea ai te marama e te hunga e tomo atu ana.
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34
|Lucas 11:34|
Ko te kanohi te rama o te tinana: na, ki te atea tou kanohi, ka marama ano tou tinana katoa; tena ki te kino, ka pouri ano hoki tou tinana.
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35
|Lucas 11:35|
Na reira kia ata titiro mehemea ehara i te pouri te marama i roto i a koe.
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36
|Lucas 11:36|
Na, a ki te marama tou tinana katoa, a ki te kore ona wahi pouri, ka marama katoa ano, me te mea ko te mura o te rama e whakamarama ana i a koe.
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37
|Lucas 11:37|
¶ Na, i a ia e korero ana, ka tono tetahi parihi kia kai ia ki a ia; a haere ana ia ki roto, ka noho.
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38
|Lucas 11:38|
A, i te kitenga o te Parihi, ka miharo, no te mea kahore ia e horoi i mua o te kainga.
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39
|Lucas 11:39|
Ka mea te Ariki ki a ia, Tenei koutou, e nga Parihi, te horoi nei i waho o te kapu, o te rihi; ko roto ia o koutou e ki ana i te pahua, i te kino.
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40
|Lucas 11:40|
E te hunga kuware, kihai ianei i hanga a roto e te kaihanga o waho?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva