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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Lucas 1:11|
A ka puta mai ki a ia tetahi anahera a te Ariki e tu ana i te taha matau o te aata whakakakara.
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12
|Lucas 1:12|
Na ka ohorere a Hakaraia i tona kitenga i a ia, a tau ana te wehi ki a ia.
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13
|Lucas 1:13|
Otira ka mea te anahera ki a ia, kaua e wehi, e Hakaraia: kua rangona hoki tau inoi, a ka whanau i tau wahine, i a Erihapeti, he tama mau, a ka huaina e koe tona ingoa ko Hoani.
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14
|Lucas 1:14|
A ka whiwhi koe i te hari me te harakoa; a he tokomaha hoki e hari i tona whanautanga.
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15
|Lucas 1:15|
E nui hoki ia i te aroaro o te Atua: e kore ia e inu i te waina, i te wai whakahaurangi ranei: a ka ki ia i te Wairua Tapu, mai ano o te kopu o tona whaea.
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16
|Lucas 1:16|
He tokomaha ano hoki o nga tama a Iharaira ka whakatahuritia e ia ki te Ariki, ki to ratou Atua.
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17
|Lucas 1:17|
Ka haere ano ia i tona aroaro i runga i te wairua, i te mana, o Iraia, hei whakatahuri i nga ngakau o nga matua ki nga tamariki, i te hunga whakatuturi ki nga whakaaro o te hunga tika; hei whakarite mo te Ariki i tetahi iwi i ata taka mona.
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18
|Lucas 1:18|
Na ko te meatanga a Hakaraia ki te anahera, Ma te aha ka matau ai ahau ki tenei mea? he koroheke nei hoki ahau, kua maha haere hoki nga ra o taku wahine.
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19
|Lucas 1:19|
Na ka whakahoki te anahera, ka mea ki a ia, Ko Kapariera ahau, kei te aroaro o te Atua toku turanga; kua tonoa mai hoki ahau ki te korero ki a koe, ki te whakapuaki i tenei rongo pai ki a koe.
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20
|Lucas 1:20|
Nana, ka noho puku koe, kahore hoki e puta te korero i a koe, kia tae mai ra ano te ra e meatia ai enei mea, mou kihai i whakapono ki aku kupu, ka mana nei i te wa e rite ai.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva