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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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61
|Lucas 1:61|
Na ko ta ratou meatanga ki a ia, Ara, kahore tenei ingoa i huaina ki tetahi o ou whanaunga.
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62
|Lucas 1:62|
Na ka ui ratou ki tona papa, he mea waitohu, ko wai tana e pai ai kia huaina ki a ia.
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63
|Lucas 1:63|
Ka mea ia ki tetahi papa tuhituhi, a ka tuhituhi, ka mea, Ko Hoani hei ingoa mona. A miharo ana ratou katoa.
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64
|Lucas 1:64|
Na whai reo tonu iho tona mangai, ka matara tona arero, ka korero ia, ka whakapai ki te Atua.
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65
|Lucas 1:65|
A tau ana te wehi ki te hunga katoa e noho tata ana ki a ratou: ka korerotia enei mea katoa puta noa i te whenua pukepuke katoa o Huria.
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66
|Lucas 1:66|
Na ka rongoatia enei mea e te hunga katoa i rangona ai ki roto ki o ratou ngakau, ka mea, He tamaiti aha ianei tenei? i a ia hoki te ringa o te Ariki.
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67
|Lucas 1:67|
¶ Na kua ki a Hakaraia, tona papa, i te Wairua tapu, ka poropiti, ka mea,
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68
|Lucas 1:68|
Kia whakapaingia te Ariki, te Atua o Iharaira; kua titiro mai hoki ia, kua hoko i tana iwi,
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69
|Lucas 1:69|
Kua whakaarahia ake e ia he haona whakaora mo tatou, i roto i te whare o Rawiri, o tana pononga;
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70
|Lucas 1:70|
Ko tana hoki ia i korerotia e te mangai o ana poropiti tapu, no te timatanga mai ano o te ao:
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva