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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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|Marcos 14:72|
I reira ka tangi ano te tikaokao, ko te tuarua o nga tangihanga. Na ka mahara a Pita ki te kupu i korero ai a Ihu ki a ia, E kore e tuarua te tangi o te tikaokao, ka toru au whakakahoretanga i ahau. A ka whakaaroa iho e ia, na ka tangi.
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1
|Marcos 15:1|
¶ A, mea kau ake te ata, ka runanga nga tohunga nui, nga kaumatua, nga karaipi, me te runanga katoa, a ka herea e ratou a Ihu, ka arahina atu, a tukua atu ana ki a Pirato.
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2
|Marcos 15:2|
Ka ui a Pirato ki a ia, Ko koe ranei te Kingi o nga Hurai? Ka whakahokia e ia ki a ia, Kua korerotia na e koe.
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3
|Marcos 15:3|
He maha hoki nga mea i whakapaea ki a ia e nga tohunga nui, kaore ia i korero.
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4
|Marcos 15:4|
Ka ui ano a Pirato ki a ia, ka mea, Kahore au kupu whakahoki? Na, te tini o nga kupu e korero nei ratou mou.
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5
|Marcos 15:5|
Heoi kahore a Ihu i whakahoki atu ano; no ka miharo a Pirato.
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6
|Marcos 15:6|
Na i taua hakari kotahi te herehere e tukua ana e ia ki a ratou, ko ta ratou e inoi ai.
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7
|Marcos 15:7|
Na i reira tetahi tangata ko Parapa te ingoa, e here tahi ana me ona hoa tutu, he hunga i patu tangata i te ngangaretanga.
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8
|Marcos 15:8|
Na ka haere te mano, ka anga ka tono ki a ia kia peratia me tana i mea ai ki a ratou i mua.
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9
|Marcos 15:9|
Na ka whakahoki a Pirato ki a ratou, ka mea, E pai ana ranei koutou kia tukua e ahau ki a koutou te Kingi o nga Hurai?
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva