-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
72
|Marcos 14:72|
I reira ka tangi ano te tikaokao, ko te tuarua o nga tangihanga. Na ka mahara a Pita ki te kupu i korero ai a Ihu ki a ia, E kore e tuarua te tangi o te tikaokao, ka toru au whakakahoretanga i ahau. A ka whakaaroa iho e ia, na ka tangi.
-
1
|Marcos 15:1|
¶ A, mea kau ake te ata, ka runanga nga tohunga nui, nga kaumatua, nga karaipi, me te runanga katoa, a ka herea e ratou a Ihu, ka arahina atu, a tukua atu ana ki a Pirato.
-
2
|Marcos 15:2|
Ka ui a Pirato ki a ia, Ko koe ranei te Kingi o nga Hurai? Ka whakahokia e ia ki a ia, Kua korerotia na e koe.
-
3
|Marcos 15:3|
He maha hoki nga mea i whakapaea ki a ia e nga tohunga nui, kaore ia i korero.
-
4
|Marcos 15:4|
Ka ui ano a Pirato ki a ia, ka mea, Kahore au kupu whakahoki? Na, te tini o nga kupu e korero nei ratou mou.
-
5
|Marcos 15:5|
Heoi kahore a Ihu i whakahoki atu ano; no ka miharo a Pirato.
-
6
|Marcos 15:6|
Na i taua hakari kotahi te herehere e tukua ana e ia ki a ratou, ko ta ratou e inoi ai.
-
7
|Marcos 15:7|
Na i reira tetahi tangata ko Parapa te ingoa, e here tahi ana me ona hoa tutu, he hunga i patu tangata i te ngangaretanga.
-
8
|Marcos 15:8|
Na ka haere te mano, ka anga ka tono ki a ia kia peratia me tana i mea ai ki a ratou i mua.
-
9
|Marcos 15:9|
Na ka whakahoki a Pirato ki a ratou, ka mea, E pai ana ranei koutou kia tukua e ahau ki a koutou te Kingi o nga Hurai?
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 27-29
05 de setembro LAB 614
QUANTO VALE SUA LIBERDADE?
Ezequiel 27-29
“Contrata-se pessoa para contração de matrimônio. O candidato que se interessar deverá unir-se em casamento com o anunciante, submetendo-se a todas regras culturais e civis que um enlace conjugal requer: a)O contrato é vitalício e não poderá ser revogado, anulando assim a possibilidade de desistência do contratado durante toda a existência de sua vida. b)Deverá casar em cerimônia religiosa, submetendo-se aos credos do anunciante, e em cerimônia civil, junto ao cartório desta cidade. c)O contratado aceitará, se submeterá e cumprirá todas as regras do contrato, sem considerar quem vem a ser o contratante, aceitando-o, seja quem for, ainda que não o conheça total, parcial ou suficientemente. O contratado será recompensado por remuneração financeira em moeda corrente deste país. A proposta inicial do valor será feita pelo candidato que se interessar e negociada em comum acordo com o contratante”.
Você se candidataria a tal contratação? Quanto custa sua liberdade? A maior parte da nossa leitura de hoje é um lamento por Tiro. Comentaristas cristãos, desde o início, viram nesta descrição do rei de Tiro uma descrição velada de Lúcifer. E aqui, através desta figura (Ezequiel 28:11-19), aprendemos sobre a origem do mal. Se “Deus é eterno (Salmo 45:6 – RC; ver também Salmo 90:2)” e se “pela fé entendemos que o UNIVERSO foi formado pela palavra de Deus (Hebreus 11:2)”, compreendemos que houve um tempo em que existia somente a família celeste em perfeita harmonia e amor.
Havia um poderoso anjo, a quem chamamos de Lúcifer. A ele Deus conferira capacidade e posição muito especiais. O Criador o havia criado como um ser inteligente e não um robô. Mas ele começou a usar mal o seu livre arbítrio. MISTERIOSAMENTE passou a cultivar um narcisismo muito intenso. Queria ser igual a Deus. Por possuir tão alta glória e posição sobre os outros anjos, se achava melhor que eles. Como a Bíblia diz, “se achou iniqüidade em ti…”. “Miguel [Jesus] e os seus anjos pelejaram contra [Lúcifer] o dragão. E foi expulso o grande dragão, Satanás, o sedutor de todo o mundo, atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos.” (Apocalipse 12:4, 7-9).
Sabe qual é o preço da sua liberdade? É de acordo com o valor de quem ou do quê você escolhe servir. Assim é o desfecho desta batalha universal. Satanás tentando provar que servir a Deus não é bom. Deus tentando conquistar suas criaturas ao melhor caminho: servi-Lo. A guerra consiste em conquistar a nossa escolha individual. Mas, no trono do viver só pode haver um senhor. A quem você entregará a sua vontade? E é aí que pergunto: “Quanto vale a sua liberdade?”.
Valdeci Júnior
Fátima Silva