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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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|Marcos 16:13|
Na ka haere hoki ena ka korero ki etahi atu o ratou; otira kahore era i whakapono.
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|Marcos 16:14|
¶ Muri iho ka puta ia ki te tekau ma tahi, i a ratou e noho ana ki te kai, a riria iho e ia to ratou whakaponokore, me te pakeke o te ngakau, mo ratou kihai i whakapono ki te hunga i kite nei i a ia kua ara.
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|Marcos 16:15|
Ka mea ki a ratou, Haere koutou ki te ao katoa, kauwhautia te rongopai ki nga tangata katoa.
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16
|Marcos 16:16|
Ko ia e whakapono ana, ka oti te iriiri, ka whakaorangia; otira ko te tangata e kore e whakapono, ka whakataua te he ki a ia.
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17
|Marcos 16:17|
Ka whai tahi hoki enei tohu i te hunga e whakapono ana: ma toku ingoa ratou ka pei rewera ai; ka korerotia ai e ratou nga reo hou;
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18
|Marcos 16:18|
Ka tango ake ai ratou i nga nakahi; a ki te inu i tetahi mea whakamate, e kore ratou e ahatia; ka pa o ratou ringa ki nga turoro, a ka ora.
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19
|Marcos 16:19|
¶ Na, i te mutunga o tana korero ki a ratou, ka tangohia atu te Ariki a Ihu ki te rangi, a noho ana ki te ringa matau o te Atua.
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20
|Marcos 16:20|
Na haere ana ratou, kauwhau ana i nga wahi katoa, me te mahi tahi ano te Ariki me ratou, me te whakau i te kupu ki nga tohu e whai ana i muri. Amine.
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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva