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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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22
|Mateus 15:22|
Na, ko te haerenga mai i aua wahi o tetahi wahine, he Kanaani, ka karanga ki a ia, ka mea, E te Ariki, e te Tama a Rawiri, kia aroha ki ahau; ko taku tamahine e ngaua kinotia ana e te rewera.
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23
|Mateus 15:23|
A kahore ana kupu i whakahoki ai ki a ia. Na ka haere mai ana akonga, ka tohe ki a ia, ka mea, Tonoa kia haere; e karanga ana hoki i muri i a tatou.
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24
|Mateus 15:24|
Otira ka whakahoki ia, ka mea, Heoi nga mea i tonoa mai ai ahau, ko nga hipi ngaro o te whare o Iharaira.
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25
|Mateus 15:25|
Ka haere tonu mai tera, ka koropiko ki a ia, ka mea, E te Ariki, kia puta tou whakaaro ki ahau.
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26
|Mateus 15:26|
Na ka whakahoki ia, ka mea, Ehara i te tika kia tangohia te taro a nga tamariki, kia maka ma nga kuri.
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27
|Mateus 15:27|
Ka mea tera, Ae ra, e te Ariki: e kai ana ano nga kuri i nga kongakonga e ngahoro iho ana i te tepu a o ratou rangatira.
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28
|Mateus 15:28|
Katahi ka whakahoki a Ihu, ka mea ki a ia, E tai, nui atu tou whakapono: waiho i tau i pai ai. A ora ake tana tamahine i taua wa pu ano.
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29
|Mateus 15:29|
¶ Na ka whakatika a Ihu i reira, ka haere ki te taha o te moana o Kariri: a kake ana ki te maunga, noho ana i reira.
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30
|Mateus 15:30|
He rahi hoki te hui i haere ki a ia, i a ratou ano nga kopa, nga matapo, nga wahangu, nga mutu, me te tini ke atu, a tukua iho e ratou ki nga waewae o Ihu; a whakaorangia ana ratou e ia:
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31
|Mateus 15:31|
Miharo noa te mano i to ratou kitenga i nga wahangu e korero ana, i nga mutu e ora ana, i nga kopa e haere ana, i nga matapo e titiro ana: a whakakororiatia ana e ratou te Atua o Iharaira.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva