-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
3
|Mateus 16:3|
A i te ata, He awha aianei; he whero nei te rangi, e tukupu ana. E te hunga tinihanga, e matau ana koutou ki te titiro ki te mata o te rangi; te taea e koutou nga tohu o nga taima.
-
4
|Mateus 16:4|
E rapu tohu ana te whakatupuranga kino, puremu; a heoi ano tohu e hoatu ki a ratou ko te tohu o Hona poropiti. Na whakarerea ana ratou e ia, a haere ana.
-
5
|Mateus 16:5|
¶ A ka u nga akonga ki tera taha, kua wareware ki te mau taro atu.
-
6
|Mateus 16:6|
Na ka mea a Ihu ki a ratou, Kia mahara kia tupato i te rewena a nga Parihi, a nga Haruki.
-
7
|Mateus 16:7|
A ka korerorero ratou ki a ratou ano, ka mea, No te mea kahore tatou i mau taro mai.
-
8
|Mateus 16:8|
A ka mohio a Ihu, ka mea ki a ratou, He aha koutou ka korerorero ai ki a koutou, e te hunga whakapono iti, no te mea kihai i maua mai he taro e koutou?
-
9
|Mateus 16:9|
Kiano koutou i matau noa, kiano koutou i mahara ki nga taro e rima a nga mano e rima, ki te maha hoki o nga kete i riro i a koutou?
-
10
|Mateus 16:10|
Ki nga taro hoki e whitu a nga mano e wha, ki te maha ano o nga kete i riro i a koutou?
-
11
|Mateus 16:11|
He aha koutou te matau ai, ehara i te mea mo te taro taku i mea ai ki a koutou, kia tupato i te rewena a nga Parihi, a nga Haruki?
-
12
|Mateus 16:12|
Katahi ratou ka matau kihai ia i mea kia tupato i te rewena o te taro, engari i te ako a nga Parihi, a nga Haruki.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva