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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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15
|Mateus 17:15|
E te ariki, kia aroha ki taku tana; he haurangi hoki ia, he kino tona mamae: he maha hoki ona hinganga ki te kapura, he maha ki te wai.
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16
|Mateus 17:16|
A i kawea ia e ahau ki au akonga, heoi kihai ia i taea te whakaora e ratou.
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17
|Mateus 17:17|
Na ka oho a Ihu, ka mea, E te uri whakaponokore, parori ke, kia pehea te roa o toku noho ki a koutou? Kia pehea te roa o toku manawanui ki a koutou? Kawea mai ia ki konei, ki ahau.
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18
|Mateus 17:18|
Na ka riria te rewera e Ihu; a puta ana i roto i a ia; a ora ake te tamaiti i taua wa pu ano.
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19
|Mateus 17:19|
Me i reira ka haere puku nga akonga ki a Ihu, ka mea, He aha ra te ahei ai i a matou te pei i a ia ki waho?
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20
|Mateus 17:20|
Na ka mea a Ihu ki a ratou, Na to koutou whakapono iti; he pono hoki taku e mea nei ki a koutou, Ki te mea he whakapono to koutou, pera me to te pua nani te rahi, e mea koutou ki tenei maunga, Neke atu i konei ki tera wahi; a ka neke; kahore hok i he mea e kore e taea e koutou.
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21
|Mateus 17:21|
Otira e kore e puta noa te pena, ma te inoi anake me te nohopuku.
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22
|Mateus 17:22|
¶ A, i a ratou e noho ana i Kariri, ka mea a Ihu ki a ratou, Meake tukua te Tama a te tangata ki nga ringa o nga tangata:
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23
|Mateus 17:23|
A ka whakamatea e ratou, a i te toru o nga ra ka ara. A nui atu to ratou pouri.
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24
|Mateus 17:24|
¶ A, no to ratou taenga ki Kaperenauma, ka haere mai ki a Pita nga kaikohikohi i te hawhe hekere, ka mea, E kore ianei tou Kaiwhakaako e homai i te hawhe hekere?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva