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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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18
|Mateus 18:18|
He pono taku e mea nei ki a koutou, Ko a koutou e here ai i te whenua e herea ano ki te rangi: ko a koutou e wewete ai i te whenua e wetekia ano ki te rangi.
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19
|Mateus 18:19|
Tenei ano taku kupu ki a koutou, Ki te mea ka tokorua o koutou e rite tahi ana nga whakaaro i te whenua mo tetahi mea e inoi ai raua, e meinga ano mo raua e toku Matua i te rangi.
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20
|Mateus 18:20|
Na, ko te wahi e whakaminea ai te hunga tokorua, tokotoru ranei, he whakaaro ki toku ingoa, kei reira ahau kei waenganui i a ratou.
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21
|Mateus 18:21|
¶ Katahi ka haere a Pita ki a ia, ka mea, E te Ariki, kia hia nga haranga o toku teina ki ahau, me taku whakarere noa iho i tona hara? kia whitu?
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22
|Mateus 18:22|
Ka mea a Ihu ki a ia, E kore ahau e mea ki a koe, Kia whitu: engari, Kia whitu tekau whitu.
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23
|Mateus 18:23|
Koia ka rite ai te rangatiratanga o te rangi ki tetahi kingi, i mea kia korerotia ki a ia ana moni e ana pononga.
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24
|Mateus 18:24|
A, ka timata ia te ui, ka kawea ki a ia he tangata, tekau mano nga taranata i a ia.
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25
|Mateus 18:25|
A te whai rawa ia hei utu, ka mea tona ariki kia hokona ia, tana wahine me ana tamariki, me ana taonga katoa, hei whakautu.
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26
|Mateus 18:26|
Na ka tapapa iho taua pononga, ka koropiko ki a ia, ka mea, E te Ariki, kia ata hanga ki ahau, a ka utua katoatia e ahau ki a koe.
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27
|Mateus 18:27|
Na ka oho i te aroha te ariki o taua pononga, tuku ana i a ia, a whakarerea noatia iho e ia ana moni tarewa.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva