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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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28
|Mateus 18:28|
Heoi te putanga o taua pononga ki waho, ka kite i tetahi o ona hoa pononga, kotahi rau ana pene i a ia: na hopukia ana e ia, notia iho te kaki, me te ki ano, Utua taku nama.
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29
|Mateus 18:29|
Heoi tapapa ana tona hoa pononga ki ona waewae, ka inoi ka a ia, ka mea, Kia ata hanga ki ahau, a ka utua katoatia e ahau ki a koe.
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30
|Mateus 18:30|
A kihai ia i pai: heoi haere ana, maka ana i a ia ki te whare herehere, kia utua katoatia ra ano te nama.
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31
|Mateus 18:31|
Heoi, no te kitenga o ona hoa pononga i taua meatanga, nui atu to ratou pouri, a haere ana, whakaaturia ana ki to ratou ariki nga mea katoa i meatia.
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32
|Mateus 18:32|
Katahi ka karanga tona ariki i a ia, ka mea ki a ia, Pononga kino, i whakarerea noatia e ahau taua moni tarewa katoa i a koe, nau hoki i inoi ki ahau:
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33
|Mateus 18:33|
Ehara oti i te tika kia tohungia e koe tou hoa pononga, me ahau hoki i tohu i a koe?
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34
|Mateus 18:34|
Na ka riri tona ariki, a tukua ana ia ki nga kaiwhakamamae, kia utua katoatia ra ano tana nama.
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35
|Mateus 18:35|
Tera ano e pera toku Matua i te rangi ki a koutou, ki te kore e whakarerea noatia i roto i o koutou ngakau nga he o te teina o tenei, o tenei, o koutou.
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1
|Mateus 19:1|
¶ A, ka mutu enei kupu a Ihu, ka turia atu e ia i Kariri, a ka tae ki nga wahi o Huria, ki tawahi atu o Horano;
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2
|Mateus 19:2|
He rahi hoki te hui i aru i a ia; a whakaorangia ana ratou e ia i reira.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva