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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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3
|Mateus 20:3|
A ka haere atu ia i te toru o nga haora, ka kite i etahi atu e tu mangere ana i te kainga hokohoko,
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4
|Mateus 20:4|
Ka mea ki a ratou, Haere hoki koutou ki te mara waina, a ka hoatu e ahau ki a koutou te mea e tika ana. Na haere ana ratou.
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5
|Mateus 20:5|
I haere ano ia i te ono, i te iwa o nga haora, a pera ana ano.
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6
|Mateus 20:6|
I te tekau ma tahi o nga haora ka haere atu ano ia, ka kite i etahi atu e tu ana, ka mea ki a ratou, He aha ta koutou e tu mangere i konei i te ra roa nei?
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7
|Mateus 20:7|
Ka mea ratou ki a ia, No te mea ra kahore he tangata i korero ki a matou ki te mahi. Ka mea ia ki a ratou, Haere ano koutou ki te mara waina, ko te mea tika koia tera e whiwhi ai koutou.
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8
|Mateus 20:8|
A, no te ahiahi ka mea te rangatira o te mara waina ki tana kaiwhakahauhau, Karangatia nga kaimahi, utua hoki ratou, hei o muri timata ai puta noa ki o mua.
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9
|Mateus 20:9|
A, no te taenga mai o te hunga i korerotia i te tekau ma tahi o nga haora, kotahi te pene i riro i tetahi, i tetahi.
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10
|Mateus 20:10|
Ka tae ano o mua, hua noa ratou tera atu te mea e riro i a ratou; heoi katahi ano te pene i riro i a ratou.
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11
|Mateus 20:11|
A, no ka riro i a ratou, ka amuamu ki taua rangatira whare,
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12
|Mateus 20:12|
Ka mea, Kotahi te haora i mahi ai enei o muri, a ka oti ratou te whakarite ki a matou, ki te hunga i pehia nei e te taimaha e te tikakatanga o te ra.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva