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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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23
|Mateus 20:23|
Ka mea ia ki a raua, E inu ano korua i taku kapu, e iriiria ki te iriiringa e iriiria ai ahau: ko te noho ia ki toku matau, ki toku maui, ehara i ahau mana e hoatu, engari ka riro i te hunga i whakaritea nei e toku Matua mo ratou.
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24
|Mateus 20:24|
A, no ka rongo te tekau, ka riri ki aua hoa tokorua.
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25
|Mateus 20:25|
Otira ka karangatia ratou e Ihu, a ka mea ia, E matau ana koutou, ko nga kawana o nga tauiwi hei whakatupu rangatira ki a ratou, ko nga tangata rarahi hei akiaki i a ratou.
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26
|Mateus 20:26|
E kore e pera i roto i a koutou: engari ki te mea tetahi kia tupu ia hei tangata nui i roto i a koutou, me whakatupu kaimahi ia ma koutou;
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27
|Mateus 20:27|
A ki te mea tetahi kia tupu ko ia hei tino tangata i roto i a koutou, me whakatupu pononga ia ma koutou:
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28
|Mateus 20:28|
Pera i te Tama a te tangata, kihai nei i haere mai kia mahia he mea mana, engari kia mahi ia, a kia tuku i a ia kia mate hei whakautu mo nga tangata tokomaha.
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29
|Mateus 20:29|
¶ A, i a ratou e haere atu ana i Heriko, he rahi te hui i aru i a ia.
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30
|Mateus 20:30|
Na tokorua nga matapo e noho ana i te taha o te ara: ka rongo raua ko Ihu tera e haere atu ana, ka karanga ake, ka mea, Kia aroha ki a maua, e te Ariki, e te Tama a Rawiri.
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31
|Mateus 20:31|
A i riria raua e te mano kia noho puku: heoi rahi ake ta raua karanga, ka mea, Kia aroha ki a maua, e te Ariki, e te Tama a Rawiri.
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32
|Mateus 20:32|
Na ka tu a Ihu, ka karanga i a raua, ka mea, Kia ahatia korua e ahau?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva