-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
9
|Mateus 21:9|
Ko nga mano i haere i mua, me te hunga i haere i muri, kei te karanga, kei te mea, Ohana ki te Tama a Rawiri: Ka whakapaingia tenei e haere mai nei i runga i te ingoa o te Ariki; Ohana i runga rawa.
-
10
|Mateus 21:10|
A, no ka uru ia ki Hiruharama, ka oho katoa te pa, ka mea, Ko wai tenei?
-
11
|Mateus 21:11|
Ka mea te mano, Ko Ihu tenei, ko te poropiti o Nahareta o Kariri.
-
12
|Mateus 21:12|
¶ A ka tomo a Ihu ki te temepara o te Atua, na peia katoatia ana e ia te hunga e hoko mai ana, e hoko atu ana i roto i te temepara, turakina ake nga tepu a nga kaiwhakawhitiwhiti moni, me nga nohoanga o te hunga hoko kukupa,
-
13
|Mateus 21:13|
A ka mea ki a ratou, Kua oti te tuhituhi, Ka kiia toku whare he whare inoi; heoi kua oti nei te mea e koutou hei ana mo nga kaipahua.
-
14
|Mateus 21:14|
A i haere mai ki a ia ki roto ki te temepara nga matapo me nga kopa; a whakaorangia ake ratou e ia.
-
15
|Mateus 21:15|
No te kitenga ia o nga tohunga nui, o nga karaipi i nga mea whakamiharo i meatia e ia, i nga tamariki hoki e karanga ana i te temepara, e mea ana, Ohana ki te Tama a Rawiri; ka riri ratou,
-
16
|Mateus 21:16|
Ka mea ki a ia, E rongo ana koe ki ta enei e mea nei? Ka mea a Ihu ki a ratou, Ae ra; kiano koutou i kite noa, Pumau tonu i a koe te whakamoemiti a te waha o nga kohungahunga, o nga mea ngote u?
-
17
|Mateus 21:17|
A ka mahue ratou i a ia, haere ana ia ki waho o te pa, ki Petani; a moe ana i reira.
-
18
|Mateus 21:18|
¶ Na, i te ata, i a ia e hoki ana ki te pa, ka hiakai ia.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva