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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
17-
Webster's Bible 1833 -
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1
|Salmos 17:1|
A Prayer of David. Hear the right, O LORD, attend to my cry, give ear to my prayer, that goeth not out of feigned lips.
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2
|Salmos 17:2|
Let my sentence come forth from thy presence; let thy eyes behold the things that are equal.
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3
|Salmos 17:3|
Thou hast proved my heart; thou hast visited me in the night; thou hast tried me, and shalt find nothing; I have purposed that my mouth shall not transgress.
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4
|Salmos 17:4|
Concerning the works of men, by the word of thy lips I have kept me from the paths of the destroyer.
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5
|Salmos 17:5|
Uphold my goings in thy paths, that my footsteps slip not.
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6
|Salmos 17:6|
I have called upon thee, for thou wilt hear me, O God: incline thy ear to me, and hear my speech.
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7
|Salmos 17:7|
Show thy wonderful loving-kindness, O thou that savest by thy right hand them who put their trust in thee from those that rise up against them.
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8
|Salmos 17:8|
Keep me as the apple of the eye, hide me under the shade of thy wings.
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9
|Salmos 17:9|
From the wicked that oppress me, from my deadly enemies, who encompass me,
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10
|Salmos 17:10|
They are inclosed in their own fat: with their mouth they speak proudly.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva