-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
78-
Webster's Bible 1833 -
-
1
|Salmos 78:1|
Maschil of Asaph. Give ear, O my people, to my law: incline your ear to the words of my mouth.
-
2
|Salmos 78:2|
I will open my mouth in a parable: I will utter dark sayings of old:
-
3
|Salmos 78:3|
Which we have heard and known, and our fathers have told us.
-
4
|Salmos 78:4|
We will not hide them from their children, showing to the generation to come the praises of the LORD, and his strength, and his wonderful works that he hath done.
-
5
|Salmos 78:5|
For he established a testimony in Jacob, and appointed a law in Israel, which he commanded our fathers, that they should make them known to their children:
-
6
|Salmos 78:6|
That the generation to come might know them, even the children who should be born; who should arise and declare them to their children:
-
7
|Salmos 78:7|
That they might set their hope in God, and not forget the works of God, but keep his commandments:
-
8
|Salmos 78:8|
And might not be as their fathers, a stubborn and rebellious generation; a generation that set not their heart aright, and whose spirit was not steadfast with God.
-
9
|Salmos 78:9|
The children of Ephraim, being armed, and carrying bows, turned back in the day of battle.
-
10
|Salmos 78:10|
They kept not the covenant of God, and refused to walk in his law;
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva