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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
35-
Webster's Bible 1833 -
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1
|Salmos 35:1|
A Psalm of David. Plead my cause, O LORD, with them that strive with me: fight against them that fight against me.
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2
|Salmos 35:2|
Take hold of shield and buckler, and stand up for my help.
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3
|Salmos 35:3|
Draw out also the spear, and stop the way against them that persecute me: say to my soul, I am thy salvation.
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4
|Salmos 35:4|
Let them be confounded and put to shame that seek after my soul: let them be turned back and brought to confusion that devise my hurt.
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5
|Salmos 35:5|
Let them be as chaff before the wind: and let the angel of the LORD chase them.
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6
|Salmos 35:6|
Let their way be dark and slippery: and let the angel of the LORD persecute them.
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7
|Salmos 35:7|
For without cause they have hid for me their net in a pit, which without cause they have digged for my soul.
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8
|Salmos 35:8|
Let destruction come upon him at unawares; and let his net that he hath hid catch himself: into that very destruction let him fall.
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9
|Salmos 35:9|
And my soul shall be joyful in the LORD: it shall rejoice in his salvation.
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10
|Salmos 35:10|
All my bones shall say, LORD, who is like thee, who deliverest the poor from him that is too strong for him, even the poor and the needy from him that spoileth him?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva