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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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26
|Juízes 9:26|
Na ka haere mai a Kaara tama a Epere ratou ko ona teina, a ka tae atu ki Hekeme; na ka whakawhirinaki nga tangata o Hekeme ki a ia.
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27
|Juízes 9:27|
Na ka haere ratou ki te mara, a whakiia ana nga hua o a ratou mara waina, takahia ana; na ka tuku hakari ratou, a ka haere ki te whare o to ratou atua, ka kai, ka inu, a kohukohua ana e ratou a Apimereke.
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28
|Juízes 9:28|
I mea ano a Kaara tama a Epere, Ko wai a Apimereke, ko wai hoki a Hekeme e mahi ai tatou ki a ia? ehara ianei ia i te tama a Ierupaara? ko Tepuru hoki tana kaiwhakahauhau? me mahi koutou ki nga tangata a Hamora, a te papa o Hekeme: engari he aha tatou ka mahi ai ki a ia?
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29
|Juízes 9:29|
Na me i pai te Atua ki tenei iwi ki raro ki toku ringa! ina kua peia e ahau a Apimereke. Katahi ia ka mea ki a Apimereke, Whakanuia tou ope, puta mai hoki.
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30
|Juízes 9:30|
A, no te rongonga o Tepuru rangatira o te pa ki nga kupu a Kaara tama a Epere, ka mura tona riri.
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31
|Juízes 9:31|
Na ka tono puku ia i etahi tangata ki a Apimereke hei me, Ko Kaara tama a Epere tenei, ratou ko ona teina, kua tae mai ki Hekeme; a kei te whakatutehu ratou i te pa kia tu atu ki a koe.
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32
|Juízes 9:32|
Na reira whakatika i te po, a koe me au tangata, ka takoto tauwhanga ai i te parae.
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33
|Juízes 9:33|
A ka whiti te ra i te ata, ka maranga wawe koe, ka huaki ki te pa: a ka puta ia, ratou ko ana tangata ki te whawhai ki a koe, mau e mea ki a ia tau e kite ai.
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34
|Juízes 9:34|
Na ko te whakatikanga ake o Apimereke ratou ko ana tangata katoa i te po, a e wha o ratou matua i takoto tauwhanga ai mo Hekeme.
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35
|Juízes 9:35|
A ka puta atu a Kaara tama a Epere, ka tu i te tomokanga ki te kuwaha o te pa: na kua whakatika ake a Apimereke ratou ko ana tangata i te pehipehi.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva