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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Juízes 2:1|
¶ Na ka haere ake te anahera a Ihowa i Kirikara ki Pokimi, a ka mea, Naku koutou i haere mai ai i Ihipa, naku hoki koutou i kawe mai ki te whenua i oati ai ahau ki o koutou matua; i mea ano ahau, E kore e taka taku kawenata ki a koutou.
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2
|Juízes 2:2|
Kaua ano koutou e whakarite kawenata ki nga tangata o tenei whenua; me pakaru e koutou a ratou aata. Heoi kihai nei koutou i rongo ki toku reo. He aha tenei mahi a koutou?
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3
|Juízes 2:3|
Koia hoki ahau ka mea nei, E kore ahau e pei atu i a ratou i to koutou aroaro; a ka waiho ratou ano he tataramoa ki o koutou kaokao; ko o ratou atua hoki hei rore mo koutou.
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4
|Juízes 2:4|
A, no te korerotanga a te anahera a Ihowa i enei kupu ki nga tamariki katoa a Iharaira, ka ara te reo o te iwi, ka tangi.
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5
|Juízes 2:5|
Na huaina iho e ratou te ingoa o taua wahi ko Pokimi: i patu whakahere ano hoki ratou ma Ihowa ki reira.
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6
|Juízes 2:6|
¶ Na, i ta Hohua tukunga i te iwi kia haere, ka haere nga tamariki a Iharaira ki tona wahi, ki tona wahi, ki te tango i te whenua.
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7
|Juízes 2:7|
A i mahi te iwi ki a Ihowa i nga ra katoa o Hohua, i nga ra katoa ano o nga kaumatua i roa ake nei o ratou ra i o Hohua, i kite nei i nga mahi nunui katoa a Ihowa i meinga e ia mo Iharaira.
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8
|Juízes 2:8|
Na ka mate a Hohua tama a Nunu, te pononga a Ihowa, kotahi rau kotahi tekau ona tau.
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9
|Juízes 2:9|
A tanumia iho ia e ratou ki te rohe o tona wahi, ki Timinataherehe, ki te whenua pukepuke o Eparaima, ki te taha ki te raki o Maunga Kaaha.
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10
|Juízes 2:10|
Na ka kohia ano hoki taua whakatupuranga katoa ki o ratou matua: a ka ara ake tetahi whakatupuranga ke i muri i a ratou, kihai nei i mohio ki a Ihowa, ki nga mahi ano hoki i mahia e ia mo Iharaira.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva