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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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6
|Juízes 13:6|
Na haere ana te wahine, korero ana ki tana tahu, ka mea, Ko te tangata ra a te Atua i puta mai nei ki ahau, tona ahua kei te ahua o te anahera a te Atua; nui rawa te wehi; heoi kihai ahau i ui no hea ia, kihai ano i korerotia mai e ia tona ingoa ki ahau.
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7
|Juízes 13:7|
Otiia i ki mai ia ki ahau, Ka hapu koe, a ka whanau he tama; na kaua koe e inu i te waina, i te wai whakahaurangi ranei, kaua ano hoki e kainga tetahi mea poke; he Natari hoki tena tamaiti ki te Atua no te kopu mai ano a mate noa.
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8
|Juízes 13:8|
¶ Na ka inoi a Manoa ki a Ihowa, ka mea, Tena ra, e toku Ariki, kia haere mai ano ki a maua te tangata a te Atua i tonoa mai na e koe, hei whakaatu i tetahi tikanga ki a maua mo te tamaiti ka whanau nei.
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9
|Juízes 13:9|
A i rongo te Atua ki te reo o Manoa, a ka haere mai ano te anahera a te Atua ki te wahine i a ia e noho ana i te parae; ko Manoa ia, ko tana tahu, kahore i a ia.
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10
|Juízes 13:10|
Na hohoro tonu te wahine, oma ana, korero ana ki tana tahu, ka mea ki a ia, Nana, kua puta ki ahau te tangata i haere mai ra ki ahau i tera ra.
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11
|Juízes 13:11|
Na ka whakatika a Manoa, a aru ana i tana wahine, a ka tae ki taua tangata, ka mea ki a ia, Ko koe ranei te tangata i korero ra ki te wahine nei? Ka mea ia, Ae, ko ahau.
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12
|Juízes 13:12|
Na ka mea a Manoa, Kia mana ra tau kupu. Tena koa nga tikanga mo te tamaiti, he aha he mahi mana?
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13
|Juízes 13:13|
Ka mea te anahera a Ihowa ki a Manoa, Kia tupato te wahine i nga mea katoa i korero ai ahau ki a ia.
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14
|Juízes 13:14|
Kaua ia e kai i tetahi mea i puta mai i te waina; kaua ano e inumia e ia he waina, he wai whakahaurangi ranei, kaua ano hoki ia e kai i tetahi mea poke: kia mau ia ki nga mea katoa i kiia atu e ahau ki a ia.
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15
|Juízes 13:15|
¶ Na, ka mea a Manoa ki te anahera a Ihowa, Me pupuri maua i a koe, kia taka ai e maua he kuao koati mau.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva