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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Juízes 1:31|
Kihai a Ahera i pei atu i nga tangata o Ako, i nga tangata ranei o Hairona, o Aharapa, o Akatipi, o Herepa, o Apiki, o Rehopo;
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32
|Juízes 1:32|
Na ka noho nga Aheri ki waenganui o nga Kanaani, o nga tangata whenua; no te mea kihai ratou i pei atu i a ratou.
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33
|Juízes 1:33|
Kihai a Napatari i pei atu i nga tangata o Petehemehe, i nga tangata hoki o Peteanata; heoi noho ana ia i waenganui o nga Kanaani, o nga tangata whenua: otiia i meinga nga tangata o Petehemehe, o Peteanata, hei kaihomai takoha ki a ratou.
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34
|Juízes 1:34|
Na i akina atu e nga Amori nga tamariki a Rana ki te whenua pukepuke: kihai hoki ratou i tukua kia heke ki te mania.
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35
|Juízes 1:35|
Heoi ka mea nga Amori kia noho ki Maunga Herehe, ki Aitarono, ki Haarapimi: otiia i kaha ano te ringa o te whare o Hohepa, a ka meinga ratou hei kaihomai takoha.
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36
|Juízes 1:36|
Na ko te rohe ki nga Amori kei te pinakitanga ki Akarapimi; kei te kamaka a ahu whakarunga.
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1
|Juízes 2:1|
¶ Na ka haere ake te anahera a Ihowa i Kirikara ki Pokimi, a ka mea, Naku koutou i haere mai ai i Ihipa, naku hoki koutou i kawe mai ki te whenua i oati ai ahau ki o koutou matua; i mea ano ahau, E kore e taka taku kawenata ki a koutou.
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2
|Juízes 2:2|
Kaua ano koutou e whakarite kawenata ki nga tangata o tenei whenua; me pakaru e koutou a ratou aata. Heoi kihai nei koutou i rongo ki toku reo. He aha tenei mahi a koutou?
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3
|Juízes 2:3|
Koia hoki ahau ka mea nei, E kore ahau e pei atu i a ratou i to koutou aroaro; a ka waiho ratou ano he tataramoa ki o koutou kaokao; ko o ratou atua hoki hei rore mo koutou.
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4
|Juízes 2:4|
A, no te korerotanga a te anahera a Ihowa i enei kupu ki nga tamariki katoa a Iharaira, ka ara te reo o te iwi, ka tangi.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva