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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Juízes 15:1|
¶ Otiia i muri iho, na ka haere a Hamahona, me tetahi kuao koati, i te wa o te kotinga witi, kia kite i tana wahine, a ka mea, Ka haere ahau ki taku wahine ki roto ki te whare moenga. Otiia kihai ia i tukua e te papa o te wahine kia haere ki roto.
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2
|Juízes 15:2|
I mea hoki tona papa, i tino mea ahau e kino rawa ana koe ki a ia; na hoatu ana ia e ahau ma tou hoa; kahore ianei tona teina e pai atu i a ia? Tena kia riro tenei i a koe hei utu mo tera.
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3
|Juízes 15:3|
Na ka mea a Hamahona ki a ratou, Engari i tenei, ka kore hara ahau ki nga Pirihitini, ina tukino ahau ki a ratou.
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4
|Juízes 15:4|
Na haere ana a Hamahona, a hopukia ana e ia e toru rau nga pokiha; katahi ka tikina etahi rama e ia, a whakaangahia atu ana nga hiawero ki a raua whaka hiawero, a whakanohoia iho he rama ki waenganui o nga hiawero e rua.
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5
|Juízes 15:5|
Na ka tahuna e ia nga rama, a tukua atu ana ki te witi a nga Pirihitini, wera ake nga puranga witi, me nga mea ano e tu ana; nga mara waina, oriwa ano hoki.
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6
|Juízes 15:6|
A ka ki nga Pirihitini, Na wai tenei mahi? na ka korerotia, Na Hamahona hunaonga a te Timini; mona i tango i tana wahine, a hoatu ana ki tona hoa. Katahi ka haere nga Pirihitini, a tahuna ake e ratou te wahine raua ko tona papa ki te ahi.
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7
|Juízes 15:7|
Na ka mea a Hamahona ki a ratou, Ahakoa kua meatia tenei e koutou, he pono ka rapu utu ano ahau i a koutou, a muri iho ka mutu taku.
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8
|Juízes 15:8|
Na tukitukia ana ratou e ia, te papa, te huha, he nui te patunga, a haere ana, noho ana i te kapiti o te kamaka i Etama.
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9
|Juízes 15:9|
¶ Katahi ka haere nga Pirihitini, noho ana i Hura, tohatoha noa atu i Rehi.
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10
|Juízes 15:10|
Na ka mea nga tangata o Hura, He aha koutou i haere mai ai ki a matou? Na ka mea ratou, He here i a Hamahona i haere mai ai matou, kia meatia ki a ia tana i mea ai ki a matou.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva