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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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6
|Juízes 19:6|
Na ka noho raua, ka kai, ka inu tahi to raua tokorua, na ka mea te papa o te kotiro ki taua tangata, Tena koa, noho iho i te po nei, kia koa hoki tou ngakau.
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7
|Juízes 19:7|
A, i te whakatikanga o taua tangata ki te haere, ka tohea ia e tona hungawai, na ka moe ano ia ki reira.
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8
|Juízes 19:8|
A i te rima o nga ra ka maranga wawe ia ki te haere, a ka mea te papa o te kotiro, Kia ora tou ngakau: e noho korua kia titaha ra te ra; a kai ana raua tokorua.
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9
|Juízes 19:9|
Na ka whakatika taua tangata ki te haere, a ia, tana wahine iti me tana tangata, a ka mea tona hungawai, te papa o te kotiro ki a ia, Nana, kua heke te ra, kua ahiahi, e noho ra, nana kua tawharara te ra, hei konei moe ai, kia koa ai tou ngakau; a hei te ata apopo ka maranga wawe ai koutou ki te ara, ka haere ki tou kainga.
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10
|Juízes 19:10|
Otiia kihai taua tangata i pai kia noho i taua po, engari whakatika ana ia, haere ana, a ka tae ki te ritenga atu o Iepuhu, ara o Hiruharama: i a ia ano hoki nga kaihe e rua, whakanoho rawa, i a ia ano hoki tana wahine iti.
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11
|Juízes 19:11|
Ka tata ratou ki Iepuhu, na kua aua noa atu te ra; a ka mea te tangata ki tona rangatira, Tena, kia peka tatou ki tenei pa o nga Iepuhi, ki reira moe ai.
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12
|Juízes 19:12|
Na ka mea tona rangatria ki a ia, E kore tatou e peka ki te pa o te iwi ke, ehara nei i nga tamariki a Iharaira; engari me haere atu tatou ki Kipea.
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13
|Juízes 19:13|
Na ka mea ia ki tana tangata, Haere mai, tatou ka whakatata ki tetahi o enei wahi; ka moe ai tatou ki Kipea, ki Rama ranei.
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14
|Juízes 19:14|
Na ka whiti atu ratou, ka haere; a kua tonene te ra i a ratou ka tata ki Kipea, ki tetahi pa o Pineamine.
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15
|Juízes 19:15|
Na ka peka ratou ki reira, ka haere ki Kipea moe ai: a, i tona taenga atu, ka noho ki te waharoa o te pa; kahore hoki he tangata hei mau i a ratou ki tona whare moe ai
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva