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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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46
|Juízes 20:46|
Na ko te hunga katoa i hinga o Pineamine i taua ra, e rua tekau ma rima mano, he hunga mau hoari: he hunga maia katoa enei.
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47
|Juízes 20:47|
A e ono rau tangata i tahuri, i rere ki te koraha, ki te kamaka o Rimono, a e wha nga marama i noho ai ki te kamaka o Rimono.
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48
|Juízes 20:48|
A i tahuri atu ano nga tangata o Iharaira ki nga tama a Pineamine, a patua iho ratou ki te mata o te hoari, ko nga tangata o nga pa, me nga kararehe, me nga mea katoa i tupono atu ai ratou: i tungia ano e ratou ki te ahi nga pa katoa i tae atu a i ratou.
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1
|Juízes 21:1|
¶ Na kua puaki noa ake to oati a nga tangata o Iharaira i Mihipa, i mea ratou, Kaua tetahi tangata o tatou e hoatu i tana tamahine hei wahine ma Pineamine.
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2
|Juízes 21:2|
Na ka haere te iwi ki Peteere, a noho ana i reira i te aroaro o te Atua a ahiahi noa; na rahi noa atu o ratou reo, he nui te tangi.
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3
|Juízes 21:3|
I mea hoki ratou, Na te aha, e Ihowa, e te Atua o Iharaira, i puta ake ai tenei i roto i a Iharaira; i ngaro ai tetahi iwi i tenei ra i roto i a Iharaira?
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4
|Juízes 21:4|
Na i te ata ka maranga wawe te iwi, a hanga ana he aata e ratou, a whakaekea ana he tahunga tinana, he whakahere mo te pai.
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5
|Juízes 21:5|
Na ka mea nga tama a Iharaira, Ko wai o nga iwi katoa o Iharaira kahore i tae mai i roto i te whakaminenga ki a Ihowa? Kua takoto hoki he oati nui mo te tangata e kore e haere ki a Ihowa ki Mihipa: i mea ratou, Ka whakamatea rawatia.
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6
|Juízes 21:6|
A koingo tonu nga tama a Iharaira ki to ratou teina, ki a Pineamine; i mea, Kua hautopea atu tetahi iwi i tenei ra i roto i a Iharaira.
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7
|Juízes 21:7|
Me aha tatou ki etahi wahine ma nga mea o ratou i mahue; kua oatitia hoki a Ihowa e tatau e kore a tatou tamahine e hoatu hei wahine ma ratou?
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva