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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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22
|Juízes 3:22|
A ngoto tahi atu ana te kakau me te mata, a tutakina iho te mata e te ngako, kihai i unuhia mai te hoari i roto i tona kopu, a puta atu ana ki muri.
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23
|Juízes 3:23|
Na ka haere atu a Ehuru na te whakamahau, a tutakina atu ana e ia nga tatau o te ruma ki a ia, kiia iho hoki.
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24
|Juízes 3:24|
A, i tona haerenga atu, ka haere mai nga pononga a tera, na, i to ratou kitenga kua kiia nga tatau o te ruma, ka mea ratou, He pono kei te uhi ia i ona waewae i te ruma raumati.
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25
|Juízes 3:25|
Tatari noa ratou a ka whakama: na, kihai ia i whakapuare i nga tatau o te ruma; katahi ratou ka mau ki te ki, a whakapuaretia ana. Na, ko to ratou ariki kua hinga ki te whenua, kua mate.
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26
|Juízes 3:26|
Ko Ehuru ia i mawhiti i a ratou e tatari roa ana, a kua tae ki tua i nga whakapakoko, kua mawhiti ki Heirata.
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27
|Juízes 3:27|
A, no tona taenga, ka whakatangihia e ia te tetere ki te whenua maunga o Eparaima, a heke ana nga tamariki a Iharaira i runga i te maunga hei hoa mona, ko ia hoki i mua i a ratou.
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28
|Juízes 3:28|
Na ka mea ia ki a ratou, Haere mai i muri i ahau, kua homai hoki e Ihowa nga Moapi, o koutou hoariri ki o koutou ringa. Na heke ana ratou i muri i a ia, a ka riro mai i a ratou nga whitinga atu o Horano i nga Moapi; kihai hoki i tukua tetahi tan gata kia whiti atu.
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29
|Juízes 3:29|
Na patua iho e ratou nga Moapi i taua wa, me te mea tekau mano nga tangata, te hunga pakari anake, nga marohirohi katoa; kihai hoki tetahi i mawhiti.
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30
|Juízes 3:30|
Na ka hinga a Moapa i taua ra i te ringa o Iharaira. A e waru tekau nga tau i okioki ai te whenua i te pakanga.
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31
|Juízes 3:31|
¶ A i muri i a ia ko Hamakara tama a Anata, a patua iho e ia nga Pirihitini, e ono rau tangata, ki te wero kau: na ka ora ano a Iharaira i a ia.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva