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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|2 Coríntios 1:11|
Me koutou hoki ka awhina tahi na ki ta koutou inoi mo matou; kia whakawhetai te tokomaha mo matou, mo te aroha noa na te tokomaha i homai ki a matou.
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12
|2 Coríntios 1:12|
¶ Ko ta matou whakamanamana hoki ko tenei, ko te whakaaetanga ake o to matou hinengaro, kei runga i te tapu, i te tapatahi o te Atua, ehara i te mea kei runga i to te kikokiko mohio, engari i to te Atua aroha noa, ta matou whakahaere i te ao, ki a koutou rawa ano ia.
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13
|2 Coríntios 1:13|
Ehara hoki ta matou e tuhituhi atu nei ki a koutou i te mea ke i ta koutou e korero na i te pukapuka, e whakaae na; a e u ana toku whakaaro, e whakaae koutou taea noatia te mutunga;
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14
|2 Coríntios 1:14|
Me koutou ano i whakaae mai na ko tetahi wahi ki a matou, ko matou ta koutou e whakamanamana ai, pera hoki me koutou, ko koutou ta matou e whakamanamana ai i te ra o to tatou Ariki, o Ihu.
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15
|2 Coríntios 1:15|
¶ Na, i toku whakapono ki tenei, i mea ahau kia haere atu i mua ra ki a koutou, kia rua ai painga ki a koutou;
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16
|2 Coríntios 1:16|
Kia tika atu ma koutou na ki Makeronia, a kia hoki mai i Makeronia ki a koutou, a ma koutou e whakatika atu taku haere ki Huria.
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17
|2 Coríntios 1:17|
Na, i ahau ka whakaaro i tenei, i hanga noa iho ranei toku ngakau? he whakaaro ranei no te kikokiko oku whakaaro e mea ai ahau, Ae, ae, kahore, kahore?
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18
|2 Coríntios 1:18|
Otira i te mea he pono te Atua, ehara ta matou kupu ki a koutou i te ae, i te kahore.
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19
|2 Coríntios 1:19|
Ko te Tama hoki a te Atua, ko Ihu Karaiti, i kauwhautia ra e matou i roto i a koutou, ara e ahau, e Hirawanu, e Timoti, ehara i te ae, i te kahore ranei, engari he ae i roto i a ia.
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20
|2 Coríntios 1:20|
Pewhea ake hoki te maha o nga kupu homai a te Atua, kei roto tonu i a ia te ae; a ma roto mai hoki i a ia te Amine, hei kororia mo te Atua i roto i a tatou.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva