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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|2 Coríntios 4:2|
Engari kua whakarerea e matou nga mea huna o te whakama, kore ake matou e haere i runga i te tinihanga, kahore hoki e maminga ki te kupu a te Atua: ka waiho ia ko te whakapuakanga o te pono hei whakaatu i to matou pai ki te hinengaro tangata i te aroaro o te Atua.
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3
|2 Coríntios 4:3|
Na, ki te mea he mea hipoko ta matou rongopai, he mea hipoki ki te hunga e whakangaromia ana:
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4
|2 Coríntios 4:4|
I roto nei i a ratou te atua o tenei ao, e whakamatapo ana i nga whakaaro o te hunga kore whakapono, kei whitingia ratou e te marama o te rongopai o te kororia o te Karaiti, ko ia nei te ahua o te Atua.
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5
|2 Coríntios 4:5|
He teka hoki ko matou te kauwhautia nei e matou, engari ko Karaiti Ihu hei Ariki, a ko matou nei hei pononga ma koutou, he whakaaro ki a Ihu.
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6
|2 Coríntios 4:6|
Ko te Atua hoki nana nei i ki te marama kia whiti i roto i te pouri, kua whiti ki roto ki o matou ngakau, hei homai i te marama o te matauranga o te kororia o te Atua i te mata o Ihu Karaiti.
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7
|2 Coríntios 4:7|
Ko tenei taonga ia o matou kei roto i te oko oneone, kia kiia ai te kaha nui whakaharahara no te Atua, ehara hoki i a matou;
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8
|2 Coríntios 4:8|
¶ E akina ana matou i nga taha katoa, heoi kahore e pau te whakaaro; e raruraru ana, heoi kahore e ngakaukore;
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9
|2 Coríntios 4:9|
E whakatoia ana, heoi kahore i whakarerea; e taia ana ki raro, heoi kahore i whakangaromia;
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10
|2 Coríntios 4:10|
E mau tonu ana hoki te matenga o Ihu ki o matou tinana, i a matou e haereere nei; kia marama ai to Ihu ora i roto i o matou tinana.
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11
|2 Coríntios 4:11|
Ko matou hoki e ora nei, e tukua tonutia ana ki te mate mo te whakaaro ki a Ihu, kia marama ai hoki to Ihu ora i roto i o matou kikokiko matemate.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva