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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Deuteronômio 28:31|
Ka patua tau kau i mua i ou kanohi, a e kore koe e kai i tetahi wahi ona: ko tau kaihe ka pahuatia atu i tou aroaro, e kore e whakahokia ki a koe: ko au hipi ka hoatu ma ou hoariri, a kahore ou tangata hei whakaora i a koe.
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32
|Deuteronômio 28:32|
Ko au tama me au tamahine ka hoatu ki te iwi ke, a ka matawaia ou kanohi i te tirohanga ki a ratou, a pau noa te ra: kahore hoki he kaha i tou ringa.
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33
|Deuteronômio 28:33|
Ko nga hua o tou oneone me tou uauatanga katoa, ka kainga e tetahi iwi kihai nei i mohiotia e koe; a hei tukinotanga kautanga koe, hei kurunga i nga ra katoa:
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34
|Deuteronômio 28:34|
A ka haurangi koe i te kitenga a ou kanohi e kite ai koe.
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35
|Deuteronômio 28:35|
Ka patu a Ihowa i a koe, i nga turi, i nga waewae, ki te tuwhenua kino e kore e taea te rongoa, i te kapu o tou waewae, a tae noa ki tou tumuaki.
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36
|Deuteronômio 28:36|
Ka whakaheke atu a Ihowa i a koe, i tou kingi hoki e meatia e koe hei kingi mou, ki te iwi kihai nei koe i mohio, koutou ko ou matua; a ka mahi koe i reira ki nga atua ke, ki te rakau, ki te kohatu.
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37
|Deuteronômio 28:37|
A ka waiho koe hei miharotanga, hei whakatauki, hei taunu i roto i nga iwi katoa e kawea atu ai koe e Ihowa ki reira.
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38
|Deuteronômio 28:38|
He nui te purapura e kawea atu e koe ki te mara, a he iti tau e kohikohi mai ai; ka pau hoki i te mawhitiwhiti.
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39
|Deuteronômio 28:39|
Ka whakatokia e koe, ka mahia nga mara waina, ko te waina ia e kore e inumia e koe, e kore ano e whakiia nga hua; ka kainga hoki e te huhu.
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40
|Deuteronômio 28:40|
Ka whai oriwa koe puta noa i ou rohe katoa, ko te hinu ia e kore e whakawahia e koe; no te mea ka horo nga hua o au oriwa.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva