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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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41
|Deuteronômio 28:41|
Ka whanau he tama mau, he tamahine, otiia e kore e waiho mau; ka riro hoki ratou ki te herehere.
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42
|Deuteronômio 28:42|
Ko au rakau katoa me nga hua o tou oneone ka pau i te mawhitiwhiti.
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43
|Deuteronômio 28:43|
Ko te manene i roto i a koe ka kaka ake ki runga i a koe, ki runga noa atu; ko koe ia ka heke iho ki raro, a ki raro noa iho.
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44
|Deuteronômio 28:44|
Ko ia hei homai i te moni tarewa ki a koe, ko koe ia e kore e hoatu i te mea tarewa ki a ia: ko ia hei pane, ko koe hei hiku.
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45
|Deuteronômio 28:45|
¶ A ka tae enei kanga ki a koe, ka whai i a koe, ka hopu ano i a koe, kia huna ra ano koe; mou kihai i whakarongo ki te reo o Ihowa, o tou Atua, kihai i mau ki ana whakahau, ki ana tikanga i whakahaua e ia ki a koe;
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46
|Deuteronômio 28:46|
A ka piri ena ki a koe hei tohu, hei miharotanga, ki ou uri ano hoki a ake ake:
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47
|Deuteronômio 28:47|
Mou kihai i mahi ki a Ihowa, ki tou Atua, i runga i te koa, me te ngakau hari mo te huanga o nga mea katoa:
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48
|Deuteronômio 28:48|
Koia ka mahi koe ki ou hoariri, e tukua mai e Ihowa ki a koe, i runga i te matekai, i te matewai me te kakahukore, me te kore hoki o nga mea katoa: a ka hoatu e ia he ioka rino ki tou kaki a ngaro noa koe i a ia.
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49
|Deuteronômio 28:49|
Ka hapainga mai e Ihowa ki a koe he iwi no tawhiti, no te pito o te whenua, ano he ekara e rere ana; he iwi e kore e mohiotia e koe tona reo;
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50
|Deuteronômio 28:50|
He iwi mata hinana, e kore e whakapai ki te kanohi o te koroheke, e kore hoki e tohu i te taitamariki:
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva