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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Jeremias 16:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa ki ahau, i mea ia.
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2
|Jeremias 16:2|
Kaua koe e moe hoa, kauaka hoki he tama, he tamahine mau i tenei wahi.
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3
|Jeremias 16:3|
Ko te kupu hoki tenei a Ihowa mo nga tama, mo nga tamahine ka whanau ki tenei wahi, mo o ratou whaea hoki i whanau ai ratou, mo o ratou papa ano na ratou nei aua tamariki i tenei whenua;
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4
|Jeremias 16:4|
He kino rawa nga mate e mate ai ratou; e kore ratou e tangihia, e kore hoki e tanumia; ka waiho ratou hei whakawairakau i runga i te mata o te oneone: ka poto atu ratou i te hoari, i te hemokai; ko o ratou tinana hei kai ma nga manu o te rangi, m a nga kararehe o te whenua.
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5
|Jeremias 16:5|
Ko te kupu hoki tenei a Ihowa, Kaua e tomo ki te whare tangihanga, kaua hoki e haere ki te tangi, ki te uhunga i a ratou: kua tangohia atu hoki e ahau taku rangimarie i tenei iwi, e ai ta Ihowa, ara te aroha noa me nga mahi tohu.
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6
|Jeremias 16:6|
Ka mate nga mea nunui ratou ko nga mea ririki ki tenei whenua; e kore ratou e tanumia, e kore hoki te tangata e tangi ki a ratou, e kore e haehae i a ratou, e kore e whakamoremore i o ratou mahunga mo ratou:
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7
|Jeremias 16:7|
E kore hoki e tuwhaina mai te taro ma ratou i te tangihanga, hei whakamarie i a ratou mo te tupapaku; e kore hoki e homai ki a ratou te kapu whakamarie kia inumia, ina mea ki tona papa, ki tona whaea.
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8
|Jeremias 16:8|
Kaua ano hoki koe e tomo ki te whare hakari noho tahi ai me ratou, kai ai, inu ai ranei.
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9
|Jeremias 16:9|
Ko te kupu hoki tenei a Ihowa o nga mano, a te Atua o Iharaira, Nana, ka whakamutua e ahau i tenei wahi, i mua i o koutou kanohi a i o koutou ra, te reo o te harakoa, te reo o te hari, te reo o te tane marena hou, te reo o te wahine marena hou.
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10
|Jeremias 16:10|
¶ Na, ka korerotia e koe enei kupu katoa ki tenei iwi, a ka mea ratou ki a koe, Na te aha tenei kino nui katoa i korerotia mai ai e Ihowa ki a matou? he aha hoki to matou he? he aha ano to matou hara i hara ai matou ki a Ihowa, ki to matou Atua?
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva