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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Jeremias 46:1|
¶ Ko te kupu a Ihowa i puta mai ki a Heremaia poropiti mo nga iwi:
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2
|Jeremias 46:2|
Mo Ihipa: mo te ope a Parao Neko kingi o Ihipa, mo tera i te awa, i Uparati, i Karakemihi, i patua ra e Nepukareha kingi o Papurona i te wha o nga tau o Iehoiakimi tama a Hohia kingi o Hura.
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3
|Jeremias 46:3|
Whakapaia te whakangungu rakau me te puapua, whakatata ki te whawhai.
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4
|Jeremias 46:4|
Whakanohoia nga hoiho, e eke, e nga kaieke hoiho, a tu atu me o koutou potae; whakakanapatia nga tao, kakahuria nga pukupuku.
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5
|Jeremias 46:5|
He aha ahau i kite ai i tenei? kei te powera ratou, kua hoki ki muri; kua whati noa atu, kihai hoki i titiro whakamuri: kei nga taha katoa te wehi, e ai ta Ihowa.
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6
|Jeremias 46:6|
Kaua te tangata tere e rere atu, kaua hoki te marohirohi e mawhiti; kei te raki, kei te awa, kei Uparati, kua tutuki o ratou waewae, kua hinga.
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7
|Jeremias 46:7|
Ko wai tenei e puhake ake nei me te mea ko te Naera, e tutu nei ona wai me te mea ko nga awa?
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8
|Jeremias 46:8|
I puhake mai a Ihipa ano ko te Naera, i tutu ona wai ano ko nga awa: a ka mea ia, Ka puhake atu ahau, a ka taupokina te whenua; ka ngaro i ahau te pa me ona tangata.
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9
|Jeremias 46:9|
Haere atu, e nga hoiho; e ngana, e nga hariata; tukua atu nga marohirohi; a Kuhu, a Putu, e rahurahu nei i te whakangungu rakau; nga Rurimi, e rahurahu nei, e whakapiko nei i te kopere.
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10
|Jeremias 46:10|
Ko taua ra hoki he ra na te Ariki, na Ihowa o nga mano, he ra rapu utu, e whai utu ai ia i ona hoariri; a ka horomi te hoari, a ka makona, ka inu hoki, ki rawa i o ratou toto; no te mea he patunga tapu ta te Ariki, ta Ihowa o nga mano i te whenu a ki te raki, i te taha o te awa o Uparati.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva