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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Jeremias 23:1|
¶ Aue, te mate mo nga hepara e whakakorekore nei, e whakamarara nei i aku hipi i hepara ai, e ai ta Ihowa.
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2
|Jeremias 23:2|
Mo reira ko te kupu tenei a Ihowa, a te Atua o Iharaira mo nga hepara e whangai nei i taku iwi, Kua whakamararatia e koutou aku hipi, aia atu ana ratou, kihai hoki i tirotirohia e koutou; nana, ka whiua koutou e ahau mo te kino o a koutou mahi, e ai ta Ihowa.
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3
|Jeremias 23:3|
A ka huihuia mai e ahau nga toenga o aku hipi i nga whenua katoa i peia atu ai ratou e ahau, ka whakahokia mai hoki ratou ki o ratou puninga, a ka hua ratou, ka tini.
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4
|Jeremias 23:4|
A ka whakaarahia ake e ahau etahi kepara mo ratou, mana ratou e whangai: a e kore ratou e wehi a muri ake nei, e kore e pawera, e kore hoki tetahi e ngaro atu, e ai ta Ihowa.
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5
|Jeremias 23:5|
Nana, kei te haere mai nga ra, e ai ta Ihowa, e whakaarahia ai e ahau he Manga tika mo Rawiri, a ka kingi ia, he kingi, a ka mahi i runga i te whakaaro nui, ka whakarite hoki i te whakawa, i te tika ki te whenua.
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6
|Jeremias 23:6|
I ona ra ka whakaorangia a Hura, ka noho humarie a Iharaira: a ko tona ingoa tenei e karangatia ai ia, Ko Ihowa to tatou tika.
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7
|Jeremias 23:7|
No reira, na, kei te haere mai nga ra, e ai ta Ihowa, e kore ai e korerotia, E ora ana a Ihowa nana nei i kawe mai nga tama a Iharaira i te whenua o Ihipa;
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8
|Jeremias 23:8|
Engari, E ora ana a Ihowa nana nei i kawe mai, nana nei i arahi mai nga uri o te whare o Iharaira i te whenua ki te raki, i nga whenua katoa ano i peia atu ai ratou e ahau; a ka noho ratou ki to ratou oneone.
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9
|Jeremias 23:9|
¶ Na mo nga poropiti. Kei te maru toku ngakau i roto i ahau, ngaueue ana oku wheua katoa; e rite ana ahau ki te tangata haurangi, ki te tangata kua mate i te waina; he whakaaro hoki ki a Ihowa, he whakaaro ki ana kupu tapu.
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10
|Jeremias 23:10|
Kei te kapi hoki te whenua i te tangata puremu; kei te tangi hoki te whenua, he mea mo te kanga; kua maroke nga wahi kai o te koraha; a ko to ratou rerenga he kino, ko to ratou kaha, kahore i tika.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva