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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Jeremias 23:1|
¶ Aue, te mate mo nga hepara e whakakorekore nei, e whakamarara nei i aku hipi i hepara ai, e ai ta Ihowa.
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2
|Jeremias 23:2|
Mo reira ko te kupu tenei a Ihowa, a te Atua o Iharaira mo nga hepara e whangai nei i taku iwi, Kua whakamararatia e koutou aku hipi, aia atu ana ratou, kihai hoki i tirotirohia e koutou; nana, ka whiua koutou e ahau mo te kino o a koutou mahi, e ai ta Ihowa.
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3
|Jeremias 23:3|
A ka huihuia mai e ahau nga toenga o aku hipi i nga whenua katoa i peia atu ai ratou e ahau, ka whakahokia mai hoki ratou ki o ratou puninga, a ka hua ratou, ka tini.
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4
|Jeremias 23:4|
A ka whakaarahia ake e ahau etahi kepara mo ratou, mana ratou e whangai: a e kore ratou e wehi a muri ake nei, e kore e pawera, e kore hoki tetahi e ngaro atu, e ai ta Ihowa.
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5
|Jeremias 23:5|
Nana, kei te haere mai nga ra, e ai ta Ihowa, e whakaarahia ai e ahau he Manga tika mo Rawiri, a ka kingi ia, he kingi, a ka mahi i runga i te whakaaro nui, ka whakarite hoki i te whakawa, i te tika ki te whenua.
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6
|Jeremias 23:6|
I ona ra ka whakaorangia a Hura, ka noho humarie a Iharaira: a ko tona ingoa tenei e karangatia ai ia, Ko Ihowa to tatou tika.
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7
|Jeremias 23:7|
No reira, na, kei te haere mai nga ra, e ai ta Ihowa, e kore ai e korerotia, E ora ana a Ihowa nana nei i kawe mai nga tama a Iharaira i te whenua o Ihipa;
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8
|Jeremias 23:8|
Engari, E ora ana a Ihowa nana nei i kawe mai, nana nei i arahi mai nga uri o te whare o Iharaira i te whenua ki te raki, i nga whenua katoa ano i peia atu ai ratou e ahau; a ka noho ratou ki to ratou oneone.
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9
|Jeremias 23:9|
¶ Na mo nga poropiti. Kei te maru toku ngakau i roto i ahau, ngaueue ana oku wheua katoa; e rite ana ahau ki te tangata haurangi, ki te tangata kua mate i te waina; he whakaaro hoki ki a Ihowa, he whakaaro ki ana kupu tapu.
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10
|Jeremias 23:10|
Kei te kapi hoki te whenua i te tangata puremu; kei te tangi hoki te whenua, he mea mo te kanga; kua maroke nga wahi kai o te koraha; a ko to ratou rerenga he kino, ko to ratou kaha, kahore i tika.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva