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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Jeremias 35:1|
¶ Ko te kupu i puta mai ki a Heremaia na Ihowa, i nga ra o Iehoiakimi tama a Hohia kingi o Hura; i mea ia,
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2
|Jeremias 35:2|
Haere ki te whare o nga Rekapi, korero atu ki a ratou, ka kawe i a ratou ki te whare o Ihowa, ki tetahi o nga ruma, ka whakainu i a ratou ki te waina.
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3
|Jeremias 35:3|
Na ka tikina e ahau a Iaatania tama a Heremaia, tama a Hapatinia, ratou ko ona teina, ko ana tama katoa, ko te whare katoa hoki o nga Rekapi;
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4
|Jeremias 35:4|
A kawea ana ratou e ahau ki te whare o Ihowa, ki te ruma o nga tama a Hanana tama a Ikiraria, he tangata na te Atua, ki tera i te taha o te ruma o nga rangatira, i runga ake i te ruma o te kaitiaki tatau, o Maaheia tama a Harumu:
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5
|Jeremias 35:5|
A whakaturia ana e ahau etahi oko, ki tonu i te waina, me etahi kapu ki te aroaro o nga tama o te whare o nga Rekapi. Na ka mea atu ahau ki a ratou, Inumia e koutou he waina.
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6
|Jeremias 35:6|
Ano ra ko ratou, E kore matou e inu waina; i ako hoki to matou papa, a Ionarapa, tama a Rekapa, ki a matou, i mea, Kei inu waina koutou ko a koutou tamariki a ake ake:
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7
|Jeremias 35:7|
Kaua hoki koutou e hanga whare, e whakato purapura, e whakato mara waina ranei, kaua hoki he pena ma koutou; engari, i o koutou ra katoa, me noho teneti; kia maha ai nga ra e ora ai koutou ki te mata o te oneone e noho manene nei koutou.
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8
|Jeremias 35:8|
Na rongo tonu matou ki te reo o to matou papa, o Ionarapa tama a Rekapa, ki nga mea katoa i whakahau ai ia ki a matou, kia kaua e inu waina i o matou ra katoa, matou, a matou wahine, a matou tama, a matou tamahine;
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9
|Jeremias 35:9|
Kia kaua ano e hanga whare hei nohoanga mo matou: kahore hoki a matou mara waina, mara ke ranei, purapura ranei;
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10
|Jeremias 35:10|
Engari ko o matou nohoanga he teneti, rongo tonu matou, mahi tonu i nga mea katoa i whakahaua e to matou papa, e Ionarapa, ki a matou.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva