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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Juízes 21:21|
A e kite koutou, na, kua puta nga tamahine o Hiro ki te kanikani, na ka haere atu koutou i nga mara waina, ka hopu i tana wahine, i tana wahine, i roto i nga tamahine o Hiro, a ka haere ki te whenua o Pineamine.
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22
|Juízes 21:22|
A ka tae mai o ratou matua, o ratou tungane ranei, ki a matou whakawa ai, ko reira matou mea ai ki a ratou, Kia atawhai ki a matou, ara ki a ratou: kihai hoki i riro i a matou he wahine ma tenei, ma tenei, o ratou i te mea e whawhai ana: ehara a no i te mea na koutou i hoatu i tenei wa, e he ai koutou.
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23
|Juízes 21:23|
Na pera ana nga tama a Pineamine, a tangohia ana e ratou etahi wahine i roto i te hunga i kanikani ra; rite tonu ki a ratou te tokomaha, he mea hopu na ratou: a haere ana, noho ana ki to ratou kainga tupu; kei te hanga i o ratou pa, nohoia iho e ratou.
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24
|Juízes 21:24|
Na ka turia atu i reira i taua wa e nga tama a Iharaira ki tona iwi, ki tona iwi, ki tona hapu, ki tona hapu; na haere ana ratou i reira ki tona kainga, ki tona kainga.
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25
|Juízes 21:25|
I aua ra kahore o Iharaira kingi, ko ta ratou i mea ai ko nga mea i tika ki te titiro a tenei, a tenei.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva