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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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12
|Jeremias 9:12|
¶ Ko wai te tangata whakaaro nui e matau ana ki tenei? i korerotia ano ki a wai e te mangai o Ihowa, mana e whakaatu? he aha ra te whenua i whakangaromia ai, i wera ai, ano ko te koraha, kahore he tangata e tika ana i reira?
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13
|Jeremias 9:13|
Ano ra ko Ihowa, Mo ratou i whakarere i taku ture i hoatu e ahau ki to ratou aroaro, a kihai i whakarongo ki toku reo, kihai i haere i taua ara;
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14
|Jeremias 9:14|
Na haere ana ratou i nga tikanga maro o o ratou ngakau; kei te wahi i nga Paarimi i whakaakona nei e o ratou matua ki a ratou.
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15
|Jeremias 9:15|
Heoi ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, a te Atua o Iharaira, Tenei ahau te whangai nei i a ratou, i tenei iwi, ki te taru kawa, te whakainu nei i a ratou ki te wai kawa.
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16
|Jeremias 9:16|
Ka whakamararatia ano ratou e ahau ki roto ki nga iwi kihai nei i mohiotia e ratou, e o ratou matua: ka unga ano e ahau te hoari hei whai i a ratou a poto noa ratou i ahau.
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17
|Jeremias 9:17|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Whakaaroa e koutou, karangatia hoki nga wahine tangi kia haere mai; unga tangata ki nga wahine whakaaro nui kia haere mai.
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18
|Jeremias 9:18|
Kia hohoro ano te ara o ta ratou tangi mo tatou, kia tarere ai nga roimata o o tatou kanohi, kia maringi iho ai nga wai o o tatou kamo.
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19
|Jeremias 9:19|
No te mea e rangona ana te reo tangi i Hiona, Ano to tatou pahuatanga! Nui atu to tatou whakama, no te mea kua mahue i a tatou te whenua, no te mea kua turakina mai e ratou o tatou nohoanga.
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20
|Jeremias 9:20|
Whakarongo raia, e nga wahine, ki te kupu a Ihowa, kia riro ano i o koutou taringa te kupu a tona mangai; whakaakona a koutou tamahine ki te tangi, nga hoa hoki o tenei, o tenei, ki te uhunga.
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21
|Jeremias 9:21|
No te mea kua tae ake te mate ki roto ki o tatou matapihi, kua tomo ki o tatou whare kingi, hautope atu ai i nga kohungahunga i waho, i nga taitamariki ano hoki i nga huanui.
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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva