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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Jeremias 52:21|
Na ko nga pou, kotahi tekau ma waru whatianga te tiketike o te pou kotahi; tekau ma rua hoki nga whatianga o te aho hei pae mona; na, ko te matotoru, e wha nga ringa: he tuwhera a roto.
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22
|Jeremias 52:22|
A ko te whakapaipai o runga he parahi; ko te tiketike o te whakapaipai kotahi, e rima nga whatianga, he parahi katoa te mea i whiria me nga pamekaranete i tetahi taha o te whakapaipai, i tetahi taha. Rite tonu hoki ki enei o te rua o nga pou, me nga pamekaranete ano.
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23
|Jeremias 52:23|
Na e iwa tekau ma ono nga pamekaranete o nga taha; a ko nga pamekaranete katoa i te mea i whiria, kotahi te rau, a whawhe noa.
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24
|Jeremias 52:24|
¶ Na tangohia ana e te rangatira o nga kaitiaki a Heraia, te tino tohunga, me te tohunga tuarua, me Tepania, me nga kaitiaki tokotoru o te kuwaha:
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25
|Jeremias 52:25|
I tangohia hoki e ia i roto i te pa tetahi rangatira o nga tangata whawhai, tokowhitu hoki no te aroaro pu ake o te kingi, he hunga i rokohanga ki roto ki te pa; me te kaituhituhi a te rangatira ope, ko ia nei te kaihuihui i nga tangata o te whe nua; e ono tekau hoki nga tangata o te iwi o te whenua, he hunga i rokohanga e ia ki roto ki te pa.
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|Jeremias 52:26|
Na ka mau a Neputaraarana rangatira o nga kaitiaki ki a ratou, kawea ana ki te kingi o Papurona ki Ripira.
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27
|Jeremias 52:27|
Na patua iho ratou e te kingi o Papurona, whakamatea iho ki Ripira, ki te whenua o Hamata. Heoi whakahekea atu ana a Hura i tona oneone.
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28
|Jeremias 52:28|
Ko te hunga tenei i whakaraua atu e Nepukareha: i te whitu o nga tau e toru mano e rua tekau ma toru nga Hurai:
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29
|Jeremias 52:29|
I te tekau ma waru o nga tau o Nepukareha, e waru rau e toru tekau ma rua nga tangata i whakaraua atu e ia i Hiruharama:
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|Jeremias 52:30|
I te rua tekau ma toru o nga tau o Nepukareha, e whitu rau e wha tekau ma rima nga tangata o nga Hurai i whakaraua atu e Neputaraarana, e te rangatira o nga kaitiaki: ko aua tangata katoa e wha mano e ono rau.
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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva