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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Jeremias 52:1|
¶ E rua tekau ma tahi nga tau o Terekia i a ia i kingi ai; a kotahi tekau ma tahi nga tau i kingi ai ia ki Hiruharama: a ko te ingoa o tona whaea ko Hamutara, he tamahine na Heremaia o Ripina.
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2
|Jeremias 52:2|
A i kino tana mahi ki te titiro a Ihowa, i rite ki nga mea katoa i mea ai a Iehoiakimi.
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3
|Jeremias 52:3|
Na reira i a Ihowa ka riri nei, ka puta mai te aitua ki Hiruharama, ki a Hura, a maka noatia atu ratou i tona aroaro; a i whakakeke a Terekia ki te kingi o Papurona.
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4
|Jeremias 52:4|
Na i te iwa o nga tau o tona kingitanga, i te tekau o nga marama, i te tekau o nga ra o te marama, ka tae mai a Nepukareha kingi o Papurona, a ia me tana ope katoa ki Hiruharama, a whakapaea ana e ia; a hanga ana e ratou etahi taumaihi a taka noa, hei whawhai atu ki reira.
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5
|Jeremias 52:5|
Heoi ka whakapaea te pa a tae noa ki te tekau ma tahi o nga tau o Kingi Terekia.
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6
|Jeremias 52:6|
I te wha o nga marama, i te iwa o nga ra o te marama, ka tino nui te matekai o te pa, na kahore he taro ma nga tangata o te whenua.
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7
|Jeremias 52:7|
Katahi ka pakaru te pa, rere ana nga tangata whawhai katoa, puta ana i roto i te pa i te po, na te ara o te kuwaha i waenganui o nga taiepa e rua, na tera i te kari a te kingi, i karapotia hoki te pa e nga Karari; a haere ana ratou na te ara o te Arapa.
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8
|Jeremias 52:8|
Otiia i whaia te kingi e te ope o nga Karari, a hopukia ana a Terekia ki nga mania i Heriko; a i marara noa atu tana ope katoa i tona taha.
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9
|Jeremias 52:9|
Na ka mau ratou ki te kingi, a kawea ana ki te kingi o Papurona, ki Ripira i te whenua o Hamata; a whakaputaia ana e ia te whakawa mona.
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10
|Jeremias 52:10|
Na tukitukia ana e te kingi o Papurona nga tama a Terekia i tana tirohanga: i tukitukia ano e ia nga rangatira katoa o Hura ki Ripira.
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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva