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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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15
|Jeremias 51:15|
Nana i hanga te whenua, na tona kaha; ko te ao nana i whakapumau, na ona whakaaro nui; ko nga rangi na tona matauranga i hora.
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16
|Jeremias 51:16|
Kia puaki tona reo, ka haruru nga wai i nga rangi, ka meinga e ia nga kohu kia piki ake i nga pito o te whenua; e hanga ana e ia nga uira me te ua, e whakaputaina mai ana te hau i roto i ona whare taonga.
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17
|Jeremias 51:17|
Ka poauau katoa te tangata, ka kore he mohio; whakama iho nga kaiwhakarewa koura katoa i tana whakapakoko: he mea teka hoki tana i whakarewa ai, kahore he manawa i roto i a ratou.
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18
|Jeremias 51:18|
He horihori kau ratou, he mea pohehe: ka ngaro ratou i te wa e tirotirohia ai ratou.
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19
|Jeremias 51:19|
Kahore e rite ki era te wahi i a Hakopa: ko ia hoki te kaiwhakaahua o nga mea katoa; a ko Iharaira te iwi o tona kainga tupu: ko Ihowa o nga mano tona ingoa.
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20
|Jeremias 51:20|
Ko koe taku toki poutangata, ko aku patu mo te whawhai: hei wawahi koe maku mo nga iwi, hei whakamoti maku mo nga kingitanga;
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21
|Jeremias 51:21|
Hei wawahi ano koe maku mo te hoiho raua ko tona kaieke: hei wawahi koe maku mo te hariata, mo te tangata ano i runga;
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22
|Jeremias 51:22|
Hei wawahi koe maku mo te tangata, mo te wahine; hei wawahi koe maku mo te koroheke, mo te tamariki; hei wawahi koe maku mo te taitama, mo te taitamahine;
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23
|Jeremias 51:23|
Hei wawahi koe maku mo te hepara, mo tana kahui; hei wawahi koe maku mo te kaiparau, mo ana kau hoki kua oti te ioka; hei wawahi koe maku mo nga rangatira, mo nga ariki.
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24
|Jeremias 51:24|
Ka utua hoki e ahau a Papurona, me nga tangata katoa o Karari mo ta ratou kino katoa i mea ai ratou ki Hiona i ta koutou tirohanga, e ai ta Ihowa.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva