-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
5
|Jeremias 51:5|
Kahore hoki a Iharaira i whakarerea, kahore ano hoki a Hura, e tona Atua, e Ihowa o nga mano; ahakoa kei te kapi to ratou whenua i te hara ki te Mea Tapu o Iharaira.
-
6
|Jeremias 51:6|
Rere atu i roto o Papurona, e kuhu he tangata i tona wairua i tona; kei hatepea atu koutou i roto i tona he; no te mea ko te wa tenei o ta Ihowa rapu utu; ka rite tana utu ki a ia.
-
7
|Jeremias 51:7|
He kapu koura a Papurona i roto i te ringa o Ihowa, nana i haurangi ai te whenua katoa: kua inumia tona waina e nga iwi; na reira ka haurangi nga iwi.
-
8
|Jeremias 51:8|
Inamata kua taka a Papurona, kua pakaru: e tangi ki a ia; e mau i te pama mo tona mamae, me kore noa ia e taea te rongoa.
-
9
|Jeremias 51:9|
Tera e rongoatia e matou a Papurona, heoi kihai ia i ora: whakarerea ia, ka haere tatou ki tona whenua, ki tona whenua; no te mea kua tutuki atu tona whakawa ki te rangi, kua rewa ake ki nga kapua ra ano.
-
10
|Jeremias 51:10|
Kua whakaputaina e Ihowa to tatou tika: haere mai, kia korerotia e tatou te mahi a Ihowa, a to tatou Atua ki Hiona.
-
11
|Jeremias 51:11|
Whakakoia nga pere; puritia nga whakangungu rakau, kia mau: kua whakaohongia e Ihowa te wairua o nga kingi o nga Meri; he tikanga hoki tana mo Papurona kia whakangaromia; no te mea he rapunga utu tenei na Ihowa, he rapunga utu mo tona temepara.
-
12
|Jeremias 51:12|
Whakaarahia he kara ki nga taiepa o Papurona, whakakahangia nga kaitiaki, whakaritea nga kaitiaki, whakatakotoria nga pehipehi: kua takoto hoki i a Ihowa, kua oti ano i a ia tana i korero ai mo nga tangata o Papurona.
-
13
|Jeremias 51:13|
E te wahine e noho na i runga i nga wai maha, he maha nei ou taonga, kua tae mai tou whakamutunga, te ruri mo tou apo taonga.
-
14
|Jeremias 51:14|
Kua oatitia e Ihowa o nga mano tona oranga, kua mea, He pono ka whakakiia koe e ahau ki te tangata, kei te huhu te rite; a ka hamama ratou ki a koe.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva