-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
45
|Jeremias 51:45|
E taku iwi, puta atu i roto i a ia, kahaki koutou i a koutou, i tera, i tera, i te mura o to Ihowa riri.
-
46
|Jeremias 51:46|
Kei hopi o koutou ngakau, kei wehi hoki koutou ki te rongo meake nei rangona ki te whenua; no te mea ka tae mai he rongo i tetahi tau, a i muri i tena i tetahi atu tau ka tae mai ano he rongo, he tukino ki te whenua, he rangatira e whakatika ana ki te rangatira.
-
47
|Jeremias 51:47|
Mo reira, nana, kei te haere mai nga ra e whiua ai e ahau nga whakapakoko o Papurona, a ka whakama tona whenua katoa; a ka hinga ona tupapaku i roto i a ia.
-
48
|Jeremias 51:48|
Na katahi ka waiata te rangi me te whenua, me nga mea katoa i reira ki Papurona, he hari hoki; no te mea ka haere mai nga kaipahua ki a ia i te raki, e ai ta Ihowa.
-
49
|Jeremias 51:49|
I te mea na Papurona i mea nga tupapaku o Iharaira kia hinga, waihoki ka hinga ki Papurona nga tupapaku o te whenua katoa.
-
50
|Jeremias 51:50|
E koutou kua mawhiti atu na i te hoari, haere koutou, kaua e tu noa; mahara ki a Ihowa i tawhiti, tukua mai hoki a Hiruharama ki roto ki o koutou ngakau.
-
51
|Jeremias 51:51|
Whakama ana matou, mo matou i rongo i te tawai; kua taupokina o matou mata e te porohurahu: kua tae mai hoki nga tautangata ki nga wahi tapu o te whare o Ihowa.
-
52
|Jeremias 51:52|
Mo reira, nana, kei te haere mai nga ra, e ai ta Ihowa, e whiua ai e ahau ana whakapakoko; a tera e ngunguru te hunga i werohia a puta noa i tona whenua katoa.
-
53
|Jeremias 51:53|
Ahakoa i kake atu a Papurona ki runga ki te rangi, ahakoa i hanga e ia tona wahi tiketike kaha kia kaha rawa, e tae atu ano i ahau nga kaipahua ki a ia, e ai ta Ihowa.
-
54
|Jeremias 51:54|
He reo te hamama mai nei i Papurona, he wawahanga nui kei te whenua o nga Karari!
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva